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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

SEMENTES

Semeamos todo dia, aos quatro ventos, sementes de nossas idéias por ai. Só não sabemos ao certo, quando irão germinar e SE irão germinar. Afinal, existem muitos tipos de terra e, cada um tem o seu próprio tempo.

Luciano

ABCFarma pretende barrar exigência de receita médica para venda de antibióticos

A ABCFarma (Associação Brasileira do Comércio Farmacêutico) pretende entrar na Justiça para impedir a exigência da receita médica na venda de antibióticos.

A regra da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) prevê a identificação de quem comprou o remédio com nome, RG, endereço e telefone, a partir do próximo domingo (28). Uma das vias da prescrição, que terá validade de 10 dias, ficará com o paciente e a outra, com o estabelecimento comercial.

Apesar de o presidente da ABCFarma, Pedro Zidoi, garantir que a preocupação é com o acesso da população ao medicamento, o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Raposo de Mello, colocou em dúvida o objetivo das farmácias de barrar a obrigatoriedade de receita médica para a venda de antibióticos.

No ensejo, Zidoi adiantou que a redução de até 50% nas vendas de antibióticos e no faturamento das farmácias não são motivos pelos quais a ABCFarma pretende reverter a RDC 44/10, editada pela Agência no dia 26 de Outubro deste ano, publicada no Diário Oficial da União dois dias depois.

Fonte: Eband



segunda-feira, 22 de novembro de 2010

FILTROS SOLARES - NOVIDADES E TENDÊNCIAS

Filtro solar que protege e trata

Produtos evoluem e agora também previnem ação de radicais livres

Filtro solar evita o envelhecimento precoce

Filtro solar é item obrigatório. Os dermatologistas são unânimes e recomendam o uso diário do protetor como a melhor forma de evitar o envelhecimento precoce e o câncer de pele. De olho nessas preocupações, a indústria reage. Já é possível encontrar no mercado produtos desenvolvidos com tecnologia de ponta que aliam a proteção biológica com ativos antienvelhecimento – além de protegerem a pele física e quimicamente dos efeitos dos raios UVA e UVB, eles também combatem a formação de radicais livres e preservam o colágeno, substância responsável pelo viço e firmeza.

A linha Ansolar, da Stiefel, com FPS 30, 60 ou 70, traz na fórmula uma combinação de agentes antioxidantes, entre eles o Alistin, que previne a ação de radicais livres. Disponível em diferentes apresentações, a versão gel-creme merece destaque por vir em cápsulas individuais para aplicação tópica. Entre os lançamentos para o verão 2011, a La Roche-Posay apresenta o Anthelios XL Fluide Mexoplex. Com FPS 60, a ação antioxidante é reforçada por ingredientes como a água termal e Senna Alata – uma planta tropical que desenvolveu um sistema de autodefesa por viver em ambiente ensolarado. Mais novidade: a linha da Eucerin, lançada no Brasil pelo Aché Laboratórios, tem tecnologia 3D. Os produtos oferecem proteção física, química e biológica e contam com Licochalcona A na fórmula, poderoso agente antienvelhecimento.

Por Alexandre Adoni, especial para o iG São Paulo

Fonte: http://delas.ig.com.br/beleza/pele/filtro+solar+que+protege+e+trata/n1237830757817.html

sábado, 20 de novembro de 2010

REMÉDIO EXPERIMENTAL REDUZ 40% COLESTEROL

Um medicamento experimental, o anacetrapib, do laboratório farmacêutico americano Merck, demonstrou ser promissor na redução do colesterol ruim e na elevação do bom, segundo resultados de um teste clínico publicados na revista médica New England Journal of Medicine. De acordo com reportagem do R7, O teste, feito com 1.623 pessoas que sofriam de doenças coronarianas e já faziam tratamento com estatinas - medicamentos anti-colesterol como o Lipitor - demonstrou que, depois de 24 semanas, o anacetrapib produziu uma redução de 40% do colesterol ruim (de 81 a 45 miligramas/decilitro), contra a redução de 6% (82 a 77 mg/dl) entre os pacientes que ingeriram um placebo. Ainda segundo a publicação, o anacetrapib também aumentou em 138% o colesterol bom destes doentes (de 41 a 101 mg/dl) com relação a 15% (40 a 46 mg/dl) no grupo de controle.

Fonte: Guia da Farmácia

ANVISA QUER LIMITAR AMOSTRAR PARA MÉDICOS

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estuda uma maneira de limitar a distribuição de amostras grátis aos médicos, mas a indústria de produtos farmacêuticos diz que a propaganda é ética e legítima.

Vamos ver como fica essa quebra de braço!

Texto Legal

Para vocês que são meus amigos e leitores, um texto bem legal que fala sobre MENINAS E MULHERES, publicado num blog de uma amiga.

Boa leitura! Só clicar no linck abaixo!

http://gaveta-virtual.blogspot.com/2010/11/diferencas-entre-meninas-e-mulheres.html

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

MEDICOS E PROPAGANDA LABORATÓRIOS

Propaganda exerce influência sobre os médicos, mesmo que inconscientemente

Médicos são médicos em qualquer lugar que trabalhem. E, hoje em dia, eles trabalham em vários lugares. De acordo com uma pesquisa feita pelo Datafolha em 2007, 32% dos médicos paulistas acumulavam quatro ou mais empregos, contra 18% que tinham um único vínculo. É raro, portanto, que um médico do SUS trabalhe só para o SUS.

Assim, do ponto de vista da indústria, não faz muita diferença se seu representante é recebido pelo profissional em hospitais públicos ou consultórios privados. Embora a maioria dos médicos tenda a negá-lo, o fato de receberem brindes exerce influência sobre suas prescrições. Não se trata, é claro, de um processo consciente. Ninguém em juízo perfeito receitaria algo sabidamente pior para o paciente em troca de uma canetinha.

O que a literatura mostra é que a propaganda e os presentes oferecidos pelos laboratórios funcionam bem. Numa metanálise clássica publicada em 2000 no "Jama", Ashley Wazana concluiu que a distribuição de itens como brindes, amostras grátis, refeições, viagens e simpósios têm indiscutível efeito sobre as atitudes dos médicos e suas prescrições.

Pagar uma viagem para um profissional, por exemplo, aumenta entre 4,5 e 10 vezes a probabilidade de ele receitar ao pacientes as drogas do patrocinador. Esse marketing é tão eficiente que se estima que, nos EUA, os laboratórios a ele dediquem cerca de 25% de seus orçamentos, contra apenas 13,4% destinados à pesquisa.

Fonte: Folha de S.Paulo