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terça-feira, 14 de dezembro de 2010

EMSEXPORTANDO PARA INGLATERRA E ALEMANHA

A EMS, maior laboratório farmacêutico nacional, está agregando à sua carteira de exportação, que já conta com 30 países, a Inglaterra e a Alemanha. De início, a empresa vai colocar à venda nos dois mercados a ciclosporina microemulsão - um imunossupressor que combate a rejeição a órgãos transplantados.

Em 2010, as exportações da EMS para a Europa devem atingir R$ 10 milhões. Segundo Waldir Eschberger Jr., a expectativa é faturar R$ 2 milhões com a venda do medicamento no mercado inglês ainda neste ano.
 
Na Alemanha, onde a venda da ciclosporina requer prescrição, a farmacêutica vai realizar um trabalho junto aos médicos para a divulgação do produto. Em 2011, diz Eschberger Jr., a meta é exportar para países como México, Canadá, Austrália e EUA.

Fonte: O Estado de São Paulo

HYPERMARCAS REPOSICIONA PORTFOLIO NO MERCADO

Com reposicionamento de linhas, Hypermarcas reorganiza seu portfolio

A Hypermarcas tem desenhado projetos de construção de marcas guarda-chuva para o seu portfolio de ativos, dentro de um processo de reposicionamento das linhas adquiridas nos últimos anos. O comando da empresa já decidiu que não haverá um limite determinado para esse grupo de marcas, que devem abrigar sob um mesmo nome vários produtos. Bozzano, Monange e Pom Pom já foram escolhidas para serem trabalhadas dentro dessa estratégia.

Controladora de 160 marcas (cinco vezes o número da Procter & Gamble no Brasil), a Hypermarcas é a companhia com o maior portfolio de marcas de consumo à venda no país. Em dois anos, ela mais que dobrou esse número. A questão é que, com o acelerado ritmo de aquisições recentes, a companhia acabou comprando ativos com modelos de negócio semelhantes.

As marcas Paixão e Monange, por exemplo, quando adquiridas competiam entre si. Da mesma forma, Avanço e Très Marchand vendiam para as classes de menor renda e disputavam o mesmo bolso. E com a aquisição da Bitufo no mês passado, essa linha de produtos para higiene bucal passou a competir no mesmo segmento da Sanifill, controlada pela companhia desde março.

Nos últimos anos, ao mesmo tempo em que mantinha o ritmo de aquisições, a empresa foi definindo os papeis das marcas em termos de público consumidor e atuação geográfica, por exemplo. É algo que, na prática, tem sido feito desde a abertura de capital da empresa, em 2008. Mas acabou se intensificando com a disparada de aquisições na área de higiene pessoal e beleza.

Nesse contexto, o modelo guarda-chuva resolve uma questão crucial: a seleção das marcas com fôlego para atuar de forma horizontal, emprestando o nome a novos segmentos. Sessenta pessoas na área de marketing da Hypermarcas trabalham nessa estratégia, paralelamente a outras funções. O que a empresa busca é aquilo que a executiva Mel Girão, diretora de marketing da Hypermarcas, chama de "efeito halo" na comunicação. "Nele, a percepção positiva de um produto se estende para vários segmentos, de maneira que um puxa o bom desempenho do outro", diz ela.

O risco está em ampliar demais a suposta força de uma marca, e esse "modelo elástico", como diz Mel, acabe não trazendo os resultados esperados. "Se você não fizer isso com equilíbrio e planejamento, pode ferir os pilares da marca", diz José Roberto Martins, sócio da GlobalBrands. Segundo a executiva, "essa é uma análise que começa quando a empresa passa a se interessar pela marca, de maneira que a compra faça sentido dentro do portfolio da empresa".

Alguns reposicionamentos de marcas já foram feitos e começam a dar resultados. Outros estão em pleno andamento, e a companhia ainda os mantêm em sigilo. Isso é perceptível na estratégia de marca adotada em relação às linhas Monange e Paixão, por exemplo, assim como naquela com a Biocolor e Fluid Gel (ambas do segmento de coloração) e no segmento de gel para cabelos (com as marcas Radical e Summer Look). Em todos os casos, a companhia já trabalha tentando diferenciar as linhas.

No primeiro caso, a companhia decidiu trabalhar os produtos Monange dentro do conceito de produto para hidratação da pele. É o enfoque dos cremes e também dos aparelhos para barbear, com fitas lubrificantes compostas de Aloe vera a vitamina E. Já a marca Paixão, com produtos mais baratos, foca mais na linguagem do produto para "despertar desejos e sensações", diz a campanha da empresa.

Fonte: Valor Econômico
http://www.febrafar.com.br/index.php?cat_id=5&pag_id=7263

EUROFARMA COMPRA SEGMENTA

Laboratório Eurofarma compra fabricante de soros e cria nova empresa

O Eurofarma, quinto maior laboratório do País, fechou a compra de 100% do capital da Segmenta, fabricante de produtos hospitalares e líder na categoria de soros. Essa é a primeira aquisição da Eurofarma no Brasil. Em junho, a empresa comprou o laboratório uruguaio Gautier e, no ano passado, o argentino Quesada. "O negócio faz parte dos planos da Eurofarma de estar entre as três maiores farmacêuticas do País em 2015", diz Maria Del Pilar Muñoz, diretora de sustentabilidade e novos negócios da Eurofarma.

Antes da Segmenta, a Eurofarma esperava crescer 14% em 2011. Agora, a taxa deve ultrapassar 30%. Uma nova empresa, a Eurofarma Segmenta, foi criada para juntar a área de medicamentos injetáveis de uso hospitalar da Eurofarma e a operação da Segmenta, que envolve, além de soros e dispositivos para sua aplicação, produtos para limpeza de hospitais e de higiene e assepsia para os médicos e enfermeiros.

"Essa será a primeira empresa brasileira a atuar só na área hospitalar. Com o crescimento dos planos de saúde e a profissionalização e consolidação dos hospitais, esse setor é onde estão as maiores taxas de crescimento do mercado farmacêutico", diz Geraldo Mol, que já era diretor executivo da Segmenta e será agora presidente da Eurofarma Segmenta. A nova empresa deve faturar R$ 500 milhões em 2011.

Uma das principais áreas de sinergia deve ser na distribuição. Os soros são produtos volumosos e de margens apertadas. Se, junto com os soros, puderem ser entregues medicamentos - que ocupam menos espaço, mas carregam mais valor agregado -, o preço do frete é diluído.

Segundo a Eurofarma, todos os funcionários da Segmenta serão integrados à nova empresa. Depois de juntar as equipes de vendas, a intenção é preparar a expansão da Eurofarma Segmenta para a América Latina. O passo seguinte será começar a pesquisar novas apresentações de medicamentos que possam ser entregues aos hospitais diretamente nas bolsas de soro, sem que seja necessária a administração pelos enfermeiros.

BASTIDORES

As conversas que resultaram na aquisição fechada ontem tiveram início em julho. A negociação se deu diretamente entre Maurizio Billi, controlador da Eurofarma, e Omilton Visconde Júnior, ex-controlador da Segmenta, que se conhecem há anos. Ambos deram continuidade aos negócios herdados dos pais e participam ativamente de entidades do setor. Hoje, Omilton é presidente do Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo) e Maurizio é o vice-presidente.

A decisão da Eurofarma de entrar em um novo segmento de mercado se dá exatamente em meio à euforia dos genéricos. Hoje, a venda de cópias representa 16% da receita da companhia, que pretende manter sua posição como uma das grandes fabricantes - mas também não está disposta a tornar-se dependente de um mercado pautado pelos altos descontos concedidos às farmácias e pela corrosão das margens dos fabricantes.

Para fugir dessa lógica e continuar crescendo, a empresa tem apostado na diversificação. Em outubro, por exemplo, fechou uma parceria com a empresa de produtos veterinários Hertape Calier e criou a Inova Biotecnologia, que vai fabricar vacinas para combater a febre aftosa.

Fonte: O Estado de S.Paulo



sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

ESTADOS EMOCIONAIS ALTERADOS - LIVRO



Participei hoje, 10/12 na Casa de Cultura Mário Quintana, em Porto Alegre, do lançamento do livro ESTADOS EMOCIONAIS ALTERADOS - PSIQUIATRIA ESPIRITUAL , da médica e médium Maria Cristina Rebuelta Neves.

Ao longo de quase 15 anos, pude trabalhar mediunicamente com a autora e posso afirmar sua correção e ilibada moral. O livro traz exatamente isso, uma nova percepção do trabalho do plano espiritual conncomitante com o trabalho físico. Diferente de muitos livros de auto-ajuda, ou holísticos, onde vemos a citação do tema, o livro em questão propõem uma visão mais profunda e complexa do tema o que só um espírito detentor de maior conhecimento e experiência poderia nos apresentar.

Àqueles que gostam do tema e gostam de estudar a mediunidade e suas implicações recomendo como início de estudo, pois tenho certeza que esse é o intuito do plano invisível ao utilizar as capacidades da médium na divulgação da obra.

Boa leitura a todos!!

Título -Estados Emocionais Alterados
Editora - Letra e Vida
À Venda na Livraria Cultura - Bourbon Country
e Livraria Roma Bourbon Ipiranga

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

PARADA ESTRATÉGICA

Informo aos amigos e leitores que até 12/12 estarei ausente em virtude das provas da Unisinos.

Abraço

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

DEPO PROVERA VAI FALTAR!!

Conforme comunicado da Pfizer de 27/10, o produto Depo Provera, em todas suas apresentações deverá faltar nas prateleiras por um bom período.
Segundo a empresa, isso se deve a adequação da sua linha de produção e ainda não tem previsão de retorno.

Luciano

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

ABBOT SUSPENDE PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO REDUCTIL

Laboratório suspende produção e venda de Reductil (Folha de São Paulo)

O emagrecedor, um dos mais populares do país, é à base de sibutramina, substância que foi proibida nos EUA e na Europa

O laboratório Abbott decidiu ontem suspender, voluntariamente, a produção e a venda do Reductil (monoidrato de sibutramina), uma das drogas mais vendidas do país para perder peso.

Outras empresas seguem usando a substância, liberada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)-apesar de já ter sido vetada nos EUA e na Europa.

Em março deste ano, a Anvisa restringiu as regras para a compra do medicamento, tornando-o uma droga anorexígena (que atua no sistema nervoso central).

Agora, é preciso usar a receita azul, numerada e emitida pela Vigilância Sanitária de cada região -antes, bastava a branca. O remédio passou a ter tarja preta. Por causa disso, as vendas caíram 60% no primeiro semestre.

Em nota, a farmacêutica Abbott disse ontem que a decisão de retirar o medicamento do mercado teve como base a revisão dos dados de um estudo (Scout) que acompanhou 10 mil pacientes, com 55 anos ou mais. O estudo mostrou que o remédio traz maior risco cardíaco a pessoas propensas.

Segundo a Abbott, a maioria dos pesquisados tinha histórico de doença cardiovascular e era inelegível a usar sibutramina de acordo com as indicações da bula.

A empresa diz que pacientes que queiram interromper o tratamento com Reductil podem fazê-lo a qualquer momento, mas recomenda que procurem seus médicos para discutir alternativas para a perda de peso

CLÁUDIA COLLUCCI



DE SÃO PAULO


http://www.alanac.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=5314&catid=:noticias-do-setor