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sábado, 5 de fevereiro de 2011

EMS TERÁ NOVA FÁBRICA EM BRASÍLIA

EMS terá fábrica para produção de antibióticos e hormônios em Brasília

O Governo do Distrito Federal (GDF) anunciou acordo no valor de R$ 150 milhões com a EMS Pharma, gigante farmacêutica. Segundo o GDF, o investimento da empresa é para montar uma filial da fábrica, com foco na produção de antibióticos e hormônios para exportação. No país, há outras duas sedes do laboratório, nas cidades de São Bernardo do Campo e de Hortolândia, em São Paulo.

A expectativa é de que a construção da sede em Brasília seja no Polo de Desenvolvimento Juscelino Kubitschek, embora o anúncio formal ainda não tenha sido feito. O local é o mesmo da União Química, também fabricante de medicamentos.

A EMS Pharma não confirmou oficialmente o investimento. De acordo com a empresa, o projeto ainda está em fase embrionária.

O GDF espera que a instalação da empresa crie 300 empregos diretos e 500 indiretos. Para o secretário de Ciência e Tecnologia, Gastão Ramos, que esteve reunido com representantes da EMS Pharma nesta semana, os benefícios da vinda desta indústria vão além da criação de empregos. “Há um profundo envolvimento dos laboratórios com a área de pesquisas. Portanto, podemos esperar novos investimentos no setor, nas escolas e nas universidades. Além disso, um percentual do faturamento será aplicado em projetos de capacitação de pessoas, no desenvolvimento e na inovação”, acredita.

Em nota, o governador Agnelo Queiroz atribuiu a vinda da fábrica ao aumento de credibilidade trazido pela própria gestão. “As empresas vão saber que aqui não serão mantidas aquelas velhas práticas que abalaram a nossa capital. Aqui, será um local bom para se investir, o que gerará benefícios para a nossa economia local.” Os incentivos oferecidos para que a nova empresa se instale na capital não foram divulgados pelo GDF.

CONCORRÊNCIA

Localizada a 160km de Brasília, Anápolis (GO) abriga o maior polo farmoquímico do Brasil. Na região foi criado um Distrito Agroindustrial na década de 70. Os investimentos em infraestrutura e a política de incentivo fiscal motivaram empresas de outros setores a levarem suas fábricas para a região. Hoje, os terrenos são subsidiados e uma fábrica que ocupe 300 mil m² paga apenas um quinto do valor pelo terreno.

A maioria das taxas municipais também é suspensa por até 5 anos. Além disso, o ICMS cobrado é de apenas 30% do total. Existem nesse distrito mais de 100 empresas que não trabalham apenas com fármacos. Há produção de barcos, fraldas descartáveis, ração animal, embalagens, entre outros.

O secretário de Desenvolvimento Econômico do município, Mozar Soares Filho, conta que há duas rodovias federais e duas linhas férreas para escoar a produção, além de um porto seco. “Nós já sofremos com falta de área para instalação de novas fábricas no distrito. Temos interesse em ampliá-lo. Além disso, estamos aguardando melhorias para o aeroporto de Anápolis, assim daremos vazão ao que é produzido aqui.”

Segundo ele, a instalação das empresas na região criou 12 mil empregos diretos, ampliou o mercado de alimentação, refrigeração e a construção civil. “Nós hoje somos uma ameaça para outros estados e é por isso que se reclama tanto sobre os incentivos que damos às empresas”, diz.

Fonte: Correio Braziliense

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

PROTESTO CONTRA A BRASTEMP - Não é uma Brastemp

MAU ATENDIMENTO CLIENTE E REDES SOCIAIS

Esse vídeo é um marco revolucionário na forma de se reclamar e, principalmente, em uma forma de se chamar atençao às empresas para se articularem e agilizarem na solução de problemas.

http://www.youtube.com/watch?v=qPt1E_3g7ac&feature=player_embedded

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

NOVAS AMIGAS!!

JESSICA - HOSANA E ANA PAULA
TRÊS AMIGAS FANTÁSTICAS E MUITO ESPECIAIS,
CADA UMA COM SEU JEITO MARCANTE E INESQUECÍVEL
Jan/2011

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

RECALL DO BALCOR

ANVISA não renova licença medicamento Balcor e laboratório tem de suspender fabricação, bem como, proceeder o recolhimento em todos os estabelecimentos, através de seus canais de distribuição.

Fonte: Dist. sta Cruz

DIABETES TIPO I - POSSÍVEL CURA

Pesquisadores dos EUA descobrem possível 'cura' para diabetes tipo 1
Uma equipe do Centro Médico da Universidade do Sudoeste do Texas, nos Estados Unidos, sugere que a desativação de um hormônio pode ser suficiente para tratar diabetes tipo 1, uma doença autoimune - na qual o sistema de defesa ataca as células e tecidos do próprio corpo -, que faz as concentrações de açúcar no organismo ficarem muito altas. A descoberta será tema de edição de fevereiro da revista especializada "Diabetes".

Liderados por Roger Unger, professor da instituição e principal autor do artigo científico, os pesquisadores testaram a capacidade de camundongos, cobaias comuns em testes pré-clínicos, aproveitarem o açúcar presente no sangue, fruto da alimentação dos animais.

Inflamação no cérebro pode acarretar obesidade e diabetes tipo 2Remédio para doenças reumáticas pode ser eficaz contra diabetes tipo 2O truque foi alterar geneticamente os roedores para que produzissem quantidades menores de uma substância conhecida como glucagon, responsável por impedir que os níveis de glicose (açúcar) fiquem muito baixos.

No caso dos diabéticos, essa ação do glucagon faz os níveis de glicemia aumentarem muito. Esse efeito seria compensado em pessoas saudáveis pela ação da insulina, responsável por permitir que o açúcar penetre nas células do corpo. Dentro delas, a glicose poderia ser imediatamente aproveitada para gerar energia ou armazenada. Mas para os pacientes com diabetes tipo 1, a produção de insulina não existe ou é seriamente comprometida.

Mas os pesquisadores norte-americanos acreditam que os resultados obtidos com os camundongos apontem que, caso os níveis de glucagon consigam ser controlados, a insulina se torna supérflua, já que os níveis de glicemia estariam normais, dispensando as injeções da substância para equilibrar a "balança" do açúcar no sangue.

Batalha de hormônios

A insulina deixa de existir em pacientes com diabetes tipo 1 pois o sistema de defesa do corpo ataca 90% ou mais das células beta, estruturas localizadas em uma região do pâncreas conhecida como Ilhotas de Langerhans. Com a ausência da insulina, os níveis de glicemia no sangue não abaixam e não há ação para impedir a influência do glucagon.

O "padrão ouro" de tratamento da doença é por meio de injeções de insulina, desde a descoberta da doença, em 1922. Os pacientes precisam receber as doses da substância durante boa parte da vida. No universo de todas as formas de diabetes, o tipo 1 responde por 10% dos casos e a maior parte das pessoas com o desenvolve antes dos 30 anos

Fonte:Portal G1

Sex, 28 de Janeiro de 2011 09:02