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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

BAYER PLANEJA INVESTIR 23 BI

Bayer planeja investir US$ 23 bi em aquisições para ampliar negócios

A Bayer pode investir cerca de 17 bilhões de euros (US$ 23 bilhões) em aquisições para ampliar os negócios do grupo em saúde e sementes. "Acordos na escala da aquisição da rival Schering, por 17 bilhões de euros em 2006, podem ser financiados", afirmou Marijn Dekkers, novo presidente-executivo da companhia.

Dekkers reafirmou seu objetivo de buscar aquisições para fortalecer a divisão de saúde da Bayer bem como a área de sementes geneticamente modificadas. Um dos critérios para aquisições será identificar se vão ajudar o grupo Bayer a aproveitar o crescimento dos mercados emergentes, em particular países da Ásia.

Ele excluiu a possibilidade do grupo ingressar em novas áreas da medicina onde a maior companhia farmacêutica da Alemanha não é especialista. "Não devemos nos posicionar de maneira muito ampla. Não precisamos ser o maior nome (...) Quando comprarmos algo, será provavelmente ligado a atividades que já desempenhamos", explicou o executivo.

A Bayer figurou na 12ª posição entre as maiores fabricantes de medicamentos do mundo em vendas, segundo dados coletados pela empresa de pesquisa de mercado IMS Health. O foco da Bayer em pesquisa de medicamentos está concentrado em quatro áreas - saúde feminina, oncologia, cardiologia e diagnóstico por imagens.

Fonte: DCI

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

USO DE INSULINA CAI

Uso de medicamento contra diabete sobe 28% em 10 anos

Uso de insulina cai

Mais pessoas com diabete estão tomando comprimidos para tratar a doença, enquanto os porcentuais dos que usam insulina caíram, segundo um novo estudo do governo dos EUA divulgado na semana passada. De acordo com reportagem do O Estado de S. Paulo, a proporção de americanos com diabete que tomaram medicamentos por via oral aumentou de 60%, em 1997, para 77%, em 2007, um crescimento de 28%, de acordo com a Agência para Investigação e Qualidade da Saúde, que integra o Departamento dos EUA de Saúde e Serviços Humanos. Durante o período, a proporção daqueles que relataram tomar insulina para controlar sua diabete caiu de 38% para 24%. Ainda de acordo com a reportagem, a tendência pode se explicar pelo fato de que os médicos estão tratando pacientes com diabete - cerca de 90% dos quais do tipo 2 - com comprimidos.
 
Fonte: Guia da Farmácia

terça-feira, 28 de setembro de 2010

ELIMINAR O RUIM OU POTENCIALIZAR O BOM?

...Sutton cita, também, um trabalho de Will Felps (Universidade de Washington) que avaliou o desgaste causado por colegas tóxicos* em ambientes de trabalho e concluiu que, em tais locais, a produtividade cai entre 30% e 40% com apenas uma maçã podre.

Noutro trabalho, Andrew Miner (Universidade de Minnesota) verificou que o impacto negativo no comportamento de um funcionário por um mau entrosamento com o chefe ou colega é cinco vezes maior do que a satisfação resultante de uma relação saudável...

Leia mais em:
 
http://vocesa.abril.com.br/blog/rodolfo/2010/09/26/eliminar-o-ruim-ou-potencializar-o-bom/

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

PARACETAMOL DOBRA RISCO DE ASMA

Analgésico é considerado o mais seguro do mercado
Um dos medicamentos mais famosos do mundo, o paracetamol, aumenta a propensão a problemas respiratórios. É o que indica um estudo do Instituto de Pesquisa Médica da Nova Zelândia, que apontou que adolescentes que tomam o medicamento pelo menos uma vez por mês têm o dobro de risco de desenvolver asma. De acordo com reportagem da Gazeta do Povo, O paracetamol também pode afetar o fígado, se tomado em doses elevadas (acima de 4 mil miligramas por dia) ou em conjunto com bebidas alcoólicas, segundo o farmacêutico e pesquisador do Centro Brasileiro de Informações sobre Medicamentos (Cebrim), Rogério Hoefler.

Fonte: Guia da Farmácia

VISITA À MULTILAB/CERVOSUL

No último dia 22 tive a oportunidade de visitar as instalações do Multilab, índustria farmacêutica de maior expressão gaúcha e sem dúvida, uma das que mais cresce nos últimos 3 anos (revista exame).
A fábrica está localizada no município gaúcho de São Jerônimo, a 70km da capital. Impressiona pelo porte, organização e qualidade da sua planta. Eu, que no mês anterior fui à São Paulo, visitar a EMS, pude perceber que nossa industria não deve nada aos maiores do setor.
A visita foi orientada pela farmacêutica Gláucia, que além de ser um ser humano extremamente agradável de se conversar, demosntrou muita paciência com os 22 visitantes e profundo conhecimento do ambiente.
Recentemente, como divulguei, o Multilab irá expandir seus negócios com a implantação de uma nova unidade fabril na cidade de Goiana, Pernambuco, um investimento da ordem de 200 milhões de reais!
Na mesma oportunidade, pude visitar a Cervosul, a distribuidora do grupo, que opera com genéricos, similares e perfumarias. Sua recente mudança para o município vizinho de Eldorado do Sul, permitiu multiplicar sua capacidade instalada, facilitando assim o atendimento de seus inúmeros fiéis clientes. Eu como cliente posso ressaltar que a maior qualidade do grupo está no ATENDIMENTO e QUALIDADE de produtos.


FÁBRICA DA MULTILAB VISTA AÉREA


MULTILAB INTERNA

CERVOSUL EXTERNA
DEPÓSITO CERVOSUL
DEPÓSITO CERVOSUL

sábado, 25 de setembro de 2010

60 MILHÕES DE ESMALTE POR MÊS!!!

Mãos coloridas

Vendas de esmalte cresce mais de 20% e atrai novas marcas que apostam em novo hábito de colecionar cores

Fosco, cintilante, cremoso ou fluorescente. Nos últimos anos, o mercado de esmaltes vem se diversificando e abrindo espaço para que novas marcas comecem a despontar nas prateleiras. O setor cresce mais de 20% ao ano e, impulsionada por esse bom momento, novas marcas tem aparecido no segmento. Segundo dados do setor, cerca de 60 milhões de vidros de esmaltes são vendidos todo mês no Brasil, o que faz com que o País consolide-se como o segundo maior mercado consumidor de esmaltes do mundo, atrás somente dos Estados Unidos. O último balanço divulgado pela Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec) aponta que o mercado, em 2008, movimentou cerca de R$ 400 milhões. Os esmaltes cremosos e transparentes são os preferidos das brasileiras, responsáveis por 65% do volume das vendas. A ascensão do mercado de esmaltes pode ser explicada pelo aumento do poder de compra principalmente da classe C brasileira - formada por famílias com uma faixa de renda média mensal de R$ 1,1 mil a R$ 4,8 mil -, que já tem mais de 90 milhões de pessoas. Mas, além do aquecimento econômico, a estratégia acertada das indústrias de cosméticos de lançar coleções de esmaltes em diferentes temporadas do ano vem movimentando bastante o setor. Segundo Pedro Goulart, diretor comercial da Mohda Esmaltes, marca lançada no mercado em fevereiro de 2009, as consumidoras hoje não se contentam mais em comprar um vidro de esmaltes e anseiam a coleção inteira, normalmente com mais de seis cores diferentes. Em 2009, o mercado de cosmético no Brasil faturou R$ 25 bilhões, segundo a Abhipec. Este ano, a expectativa é que o País se consolide como segundo maior mercado de cosméticos do mundo, deixando para trás o Japão.
 
Fonte: Portal iG

O PERIGO DA FARMACINHA DE CASA

Nos Estados Unidos, intoxicação infantil por remédios é mais frequente do que por produtos de limpeza ou higiene

New York Times
25/09/2010 09:55

Intoxicação por remédios: índice é duas vezes mais alto do que o causado por itens de cuidados pessoais e de limpeza

Hoje em dia, muitos pais se preocupam com os riscos óbvios de intoxicação que as crianças correm. Por isso, os produtos de limpeza são guardados em armários trancados e as substâncias químicas e pesticidas são mantidas fora do alcance dos pequenos.

Especialistas em saúde, porém, acreditam que a maior ameaça de intoxicação em um domicílio não está guardada debaixo da pia ou na garagem – mas no armário de remédios.

De acordo com dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), dois em cada três casos de intoxicação infantil ocorridos no país e que terminam em um atendimento no pronto-socorro são causados por overdoses de medicamentos.

Segundo dados do CDC, o índice de intoxicação infantil causado por overdose de medicamentos é duas vezes mais alto do que o causado por itens de cuidados pessoais e de limpeza, pesticidas e outras substâncias domésticas tóxicas.

Especialistas em controle de substâncias tóxicas afirmam que os medicamentos geralmente são mais acessíveis às crianças do que outros produtos domésticos tóxicos. Além disso, os pais costumam confiar demais em embalagens à prova de crianças e em outras precauções.

“O que geralmente acontece é que quando alguém está tomando medicação regularmente para alguma enfermidade crônica, acaba deixando os medicamentos à vista”, disse Jay L. Schauben, farmacêutico e diretor do Florida Poison Information Center de Jacksonville. Qualquer comprimido que não foi guardado está ao alcance das crianças. Alguns medicamentos podem parecer balinhas. Outros, como xaropes de tosse, têm cheiro e gosto bom.

Facilidade

Segundo Edward Krenzelok, farmacêutico e diretor do Pittsburg Poison Center do University of Pittsburg Medical Center, os medicamentos que mais causam overdose infantil costumam ser os remédios sem prescrição médica, comumente encontrados nos lares americanos.

De acordo com o relatório anual de dados da Associação Americana dos Centros de Controle de Intoxicação, aproximadamente 10% de todos os casos em crianças com menos de 5 anos de idade envolvem analgésicos comuns. “O remédio mais comum em qualquer casa é um analgésico sem prescrição médica”, disse Krenzelok.

Cremes e pomadas, remédios para tosse e resfriado, vitaminas, anti-histamínicos e produtos para mal estar gastrointestinal causam 21,5% dos casos de intoxicação infantil.

Especialistas concordam que parte do problema é que as pessoas não costumam lidar com medicamentos sem prescrição como algo que pudesse causar danos às crianças. “Eles imaginam que como não precisam de prescrição médica para comprá-los, então devem ser seguros. Os pais são mais propensos a deixá-los fora do armário ou ter muito mais liberdade de deixá-los sobre a pia do banheiro”, disse Schauben. Isso pode levar a uma overdose infantil, pois, por exemplo, a criança encontra a medicação e pensa que é um docinho.

As crianças menores também podem acabar se intoxicando por medicamentos ao alcance simplesmente porque nessa idade costumam por tudo na boca. “Elas estão experimentando o ambiente e constantemente levam coisas à boca. Se você deixa uma caneta disponível e uma criança de 16 meses a vê, o que ela vai fazer? Ela vai colocar a caneta na boca”, disse Krenzelok.

Riscos e precauções

Para proteger as crianças, todo medicamento – os prescritos e os não prescritos – devem ser guardados em um armário trancado, fora do alcance delas, disse Schauben. Evite deixar qualquer medicação sobre a pia do banheiro ou no criado-mudo, mesmo se o remédio vem em uma embalagem resistente às crianças. “Com o tempo, a criança certamente vai descobrir como abrir a embalagem”.

E não guarde seus medicamentos em um armário de remédios tradicional. “Quando a criança já está maior, ela consegue subir em algo para ter acesso ao armário. O armário de remédios é simplesmente o pior lugar para guardar seus medicamentos. Os mesmos devem ser armazenados em um local fresco e seco”, disse Schauben.

Os pais também devem ficar alerta quanto ao perigo potencial de intoxicação por medicamentos quando têm visitas em casa. “Se uma tia vem visitar e traz seus remédios, será que ela vai enfileirá-los no criado, deixando-os disponíveis para as crianças?”, questionou Schauben. Ele sugeriu conversar com os hóspedes sobre manter os medicamentos fora do alcance das crianças, ou pelo menos ficar de olho nas mesmas durante a visita.

Fonte: http://delas.ig.com.br/filhos/o+perigo+da+farmacinha/n1237783752075.html