O texto abaixo eu retirei da página de apresentação do orkut de um grande amigo meu. Eu já conhecia, mas não o tinha mais. Portanto trago para cá agora para que possamos ler e refletir. Ah!, deixe seu comentário....
Uma Vila de 100 Pessoas
Se fosse possível reduzir a população do mundo inteiro em uma vila de 100 pessoas, mantendo a proporção do povo existente agora no mundo, tal vila seria composta de:
57 Asiáticos 21 Europeus 14 Americanos (Norte, Centro e Sul)8 Africanos
52 seriam mulheres 48 homens
70 não brancos 30 brancos
70 não cristãos 30 seriam cristãos
89 seriam heterossexuais 11 seriam homossexuais
6 pessoas possuiriam 59% da riqueza do mundo inteiro e todos os 6 seriam dos EUA
80 viveriam em casas inabitáveis
70 seriam analfabetos
50 sofreriam de desnutrição
1 estaria para morrer1 estaria para nascer
1 teria computador
1 (sim, apenas 1 teria formação universitária)-
Se o mundo for considerado sob esta perspectiva, a necessidade de aceitação, compreensão e educação torna-se evidente. Considere ainda: sevocê acordou hoje mais saudável que doente, você tem mais sorte que um milhão de pessoas que não verão a próxima semana.
Se nunca experimentou operigo de uma batalha, a solidão de uma prisão, a agonia da tortura, a dor da fome, você tem mais sorte que 500 milhões de habitantes no mundo.
Se você pode ir à igreja sem o medo de ser bombardeado, preso ou torturado, você tem mais sorte que 3 milhares de pessoas no mundo.
Se você tem comida na geladeira, roupa no armário, um teto sobre sua cabeça, um lugar para dormir, considere-se mais rico que 75% dos habitantes destemundo.
Se tiver dinheiro no banco, na carteira ou um trocado em alguma parte, considere-se entre os 8% das pessoas com a melhor qualidade de vida nomundo.
Se seus pais estão vivos e ainda juntos, considere-se uma pessoa muito rara.
Se puder ler esta mensagem, você não está entre os 2 milhões de pessoas que não sabem ler.
Vale a pena tentar:
Trabalhe como se não precisasse do dinheiro
AME COMO SE NINGUÉM NUNCA O TIVESSE FEITO SOFRER
Dance como se ninguém estivesse olhando
Cante como se ninguém estivesse ouvindo
Viva como se aqui fosse o paraíso.
Fonte: Orkut do meu amigo Fabiano Jardo
http://www.orkut.com.br/Main#Profile?rl=fpp&uid=1177528273466296716
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
INSATISFAÇÃO NA EMPRESA
Como sou advindo da área de administração, mais especificamente da área de recursos humanos, não tem como escapar de uma matéria bem interessante que achei na internet.
1. Cultivar a burocracia, prejudicando a produtividade. Excesso de regras, normas, controles e procedimentos levam as pessoas a se preocupar com o que não podem fazer. Elas ficam tão preocupadas com o processo que perdem o foco no resultado;
2. Acreditar que as pessoas são "descartáveis". Os empresários pensam: "Ninguém é insubstituível". E não é mesmo. Mas há uma grande diferença entre saber que ninguém é insubstituível e acreditar que as pessoas são mais um recurso a ser descartado a qualquer momento, por qualquer razão. Peter Drucker afirmava: "As empresas são compostas de homens e idéias, o restante são recursos". Demissões intempestivas comprometem o resultado das empresas, ferem os demitidos, tornam a reputação da empresa no mercado negativa e deixam um clima péssimo para quem fica;
3. Ter uma postura autoritária, difundindo a crença de que "manda quem pode e obedece quem tem juízo". Nenhum profissional que é bom no que faz agüenta isso por muito tempo;
4. Ter uma postura paternalista. O autoritarismo é "irmão gêmeo" do paternalismo, já que os dois partem do mesmo princípio: as pessoas não têm condições de serem autônomas, precisam ser "mandadas" e "protegidas". A postura paternalista aparece, por exemplo, na tolerância ao mau desempenho;
5. Divulgar uma idéia, uma filosofia da empresa, e deixar transparecer que, na prática, as coisas não funcionam dessa forma. Supondo que uma organização tenha o seguinte lema: "Nossa empresa valoriza a criatividade e a inovação". Mas, quando o funcionário apresenta uma idéia, ouve em resposta: "Faça como sempre foi feito" ou é obrigado a agüentar cara feia. Que liderança mais contraditória!
6. Reter informações. Desde as básicas para a execução do trabalho até aquelas estratégicas, sobre mudanças, inauguração de novas unidades, estabelecimento de novas metas para a empresa. A verdade é que líderes despreparados frequentemente retêm informações para si, pois a atitude dá a eles uma sensação de poder, que não é real! Para se ter uma idéia, há profissionais que nem mesmo sabem ao certo quais são os objetivos de sua empresa, aonde ela quer chegar. Como conseqüência, eles não se identificam com a organização, não se esforçam e tendem a pedir demissão;
7. Cometer injustiças, permitindo privilégios, dando tratamento preferencial a alguns funcionários ou praticando uma remuneração injusta, tanto na comparação interna quanto na comparação com outras empresas;
8. Contar com um líder que não se integra, não se "mistura". A integração do líder com cada membro de sua equipe é algo que vai além da comunicação. Depende de ele se envolver com as pessoas, mostrar interesse por elas, ser próximo da equipe. Se, na empresa, não existe um processo de integração, as pessoas ficam desmotivadas e vão embora;
9. Confundir feedback - cujo propósito é corrigir um desvio, melhorando o desempenho futuro - com "feedcrau" - que se baseia em críticas destrutivas, olhares de desprezo, comentários depreciativos e outras formas, verbais ou não verbais, de criticar e desmerecer as pessoas;
10. Promover pessoas despreparadas para cargos de liderança. Um chefe que não é líder pode provocar desintegração da equipe, falta de motivação, queda da produtividade e da qualidade do trabalho e perda de talentos;
11. Não contar com um plano de remuneração estratégico e adequado. Quanto mais talentoso for o profissional, mais ambicioso ele será, na comparação com seus colegas. Se ele atinge os objetivos estipulados e sente que não é reconhecido, irá procurar um lugar melhor para trabalhar e, provavelmente, não terá dificuldade em encontrar;
12. Não esclarecer ao funcionário quais resultados são esperados dele, deixando de definir objetivos e prioridades. Quando tudo é prioridade, nada é prioridade! Os resultados ficam comprometidos e as pessoas ficam frustradas, estressadas e sobrecarregadas. Resultado: o profissional se esforça para realizar determinadas atividades que a empresa não valoriza e deixa de lado outras que o chefe considera mais importantes. Como ninguém fala nada do seu trabalho, para o qual tanto se empenhou, sente que não é reconhecido e fica insatisfeito com a empresa;13. Não investir em formação e treinamento de funcionários. O que muitas empresas estão fazendo hoje é contratar pessoas prontas do mercado, com dois idiomas fluentes, pós-graduação, experiência e domínio dos programas de computador. Elas esquecem do papel de formadoras. É preciso oferecer aos profissionais treinamento, cursos, coaching. Podem ser cursos de curta duração, sobre como falar bem em público ou administrar melhor o tempo. Com isso, o funcionário vê que a empresa não fica só cobrando. Ela também oferece uma contrapartida, de forma que ele fica mais engajado;
14. Jogar um profissional contra o outro. O líder que faz isso, certamente, ao passar por avaliação psicológica, deixará transparecer que tem problemas pessoais. Nada é pior para uma equipe do que o espírito de competição. Enquanto o espírito de competitividade é saudável, o de competição só prejudica a empresa;
15. Realizar avaliação somente de cima para baixo (chefe para subordinado). A avaliação de baixo para cima também é importante. Na realidade, as empresas mais modernas já adotam um sistema de avaliação chamado de 360º, no qual todos avaliam todos. Logo, colegas de trabalho do mesmo nível hierárquico podem apontar deficiências e pontos fortes entre si, bem como quem está no mais baixo escalão tem a chance de dizer o que pensa sobre quem está no mais alto. A empresa só tem a ganhar com isso. O resultado mais provável é a retenção dos talentos por mais tempo
Creio que terei de falar um pouco mais sobre o tema.
Fonte:www.malima.com.br
1. Cultivar a burocracia, prejudicando a produtividade. Excesso de regras, normas, controles e procedimentos levam as pessoas a se preocupar com o que não podem fazer. Elas ficam tão preocupadas com o processo que perdem o foco no resultado;
2. Acreditar que as pessoas são "descartáveis". Os empresários pensam: "Ninguém é insubstituível". E não é mesmo. Mas há uma grande diferença entre saber que ninguém é insubstituível e acreditar que as pessoas são mais um recurso a ser descartado a qualquer momento, por qualquer razão. Peter Drucker afirmava: "As empresas são compostas de homens e idéias, o restante são recursos". Demissões intempestivas comprometem o resultado das empresas, ferem os demitidos, tornam a reputação da empresa no mercado negativa e deixam um clima péssimo para quem fica;
3. Ter uma postura autoritária, difundindo a crença de que "manda quem pode e obedece quem tem juízo". Nenhum profissional que é bom no que faz agüenta isso por muito tempo;
4. Ter uma postura paternalista. O autoritarismo é "irmão gêmeo" do paternalismo, já que os dois partem do mesmo princípio: as pessoas não têm condições de serem autônomas, precisam ser "mandadas" e "protegidas". A postura paternalista aparece, por exemplo, na tolerância ao mau desempenho;
5. Divulgar uma idéia, uma filosofia da empresa, e deixar transparecer que, na prática, as coisas não funcionam dessa forma. Supondo que uma organização tenha o seguinte lema: "Nossa empresa valoriza a criatividade e a inovação". Mas, quando o funcionário apresenta uma idéia, ouve em resposta: "Faça como sempre foi feito" ou é obrigado a agüentar cara feia. Que liderança mais contraditória!
6. Reter informações. Desde as básicas para a execução do trabalho até aquelas estratégicas, sobre mudanças, inauguração de novas unidades, estabelecimento de novas metas para a empresa. A verdade é que líderes despreparados frequentemente retêm informações para si, pois a atitude dá a eles uma sensação de poder, que não é real! Para se ter uma idéia, há profissionais que nem mesmo sabem ao certo quais são os objetivos de sua empresa, aonde ela quer chegar. Como conseqüência, eles não se identificam com a organização, não se esforçam e tendem a pedir demissão;
7. Cometer injustiças, permitindo privilégios, dando tratamento preferencial a alguns funcionários ou praticando uma remuneração injusta, tanto na comparação interna quanto na comparação com outras empresas;
8. Contar com um líder que não se integra, não se "mistura". A integração do líder com cada membro de sua equipe é algo que vai além da comunicação. Depende de ele se envolver com as pessoas, mostrar interesse por elas, ser próximo da equipe. Se, na empresa, não existe um processo de integração, as pessoas ficam desmotivadas e vão embora;
9. Confundir feedback - cujo propósito é corrigir um desvio, melhorando o desempenho futuro - com "feedcrau" - que se baseia em críticas destrutivas, olhares de desprezo, comentários depreciativos e outras formas, verbais ou não verbais, de criticar e desmerecer as pessoas;
10. Promover pessoas despreparadas para cargos de liderança. Um chefe que não é líder pode provocar desintegração da equipe, falta de motivação, queda da produtividade e da qualidade do trabalho e perda de talentos;
11. Não contar com um plano de remuneração estratégico e adequado. Quanto mais talentoso for o profissional, mais ambicioso ele será, na comparação com seus colegas. Se ele atinge os objetivos estipulados e sente que não é reconhecido, irá procurar um lugar melhor para trabalhar e, provavelmente, não terá dificuldade em encontrar;
12. Não esclarecer ao funcionário quais resultados são esperados dele, deixando de definir objetivos e prioridades. Quando tudo é prioridade, nada é prioridade! Os resultados ficam comprometidos e as pessoas ficam frustradas, estressadas e sobrecarregadas. Resultado: o profissional se esforça para realizar determinadas atividades que a empresa não valoriza e deixa de lado outras que o chefe considera mais importantes. Como ninguém fala nada do seu trabalho, para o qual tanto se empenhou, sente que não é reconhecido e fica insatisfeito com a empresa;13. Não investir em formação e treinamento de funcionários. O que muitas empresas estão fazendo hoje é contratar pessoas prontas do mercado, com dois idiomas fluentes, pós-graduação, experiência e domínio dos programas de computador. Elas esquecem do papel de formadoras. É preciso oferecer aos profissionais treinamento, cursos, coaching. Podem ser cursos de curta duração, sobre como falar bem em público ou administrar melhor o tempo. Com isso, o funcionário vê que a empresa não fica só cobrando. Ela também oferece uma contrapartida, de forma que ele fica mais engajado;
14. Jogar um profissional contra o outro. O líder que faz isso, certamente, ao passar por avaliação psicológica, deixará transparecer que tem problemas pessoais. Nada é pior para uma equipe do que o espírito de competição. Enquanto o espírito de competitividade é saudável, o de competição só prejudica a empresa;
15. Realizar avaliação somente de cima para baixo (chefe para subordinado). A avaliação de baixo para cima também é importante. Na realidade, as empresas mais modernas já adotam um sistema de avaliação chamado de 360º, no qual todos avaliam todos. Logo, colegas de trabalho do mesmo nível hierárquico podem apontar deficiências e pontos fortes entre si, bem como quem está no mais baixo escalão tem a chance de dizer o que pensa sobre quem está no mais alto. A empresa só tem a ganhar com isso. O resultado mais provável é a retenção dos talentos por mais tempo
Creio que terei de falar um pouco mais sobre o tema.
Fonte:www.malima.com.br
domingo, 4 de outubro de 2009
NOVA SÉRIE!
Para os meus amigos que ainda não sabem, sou um aficcionado por séries. No entanto, tem de ser inteligente. Recomento House, CSI's, Criminal Minds, Cold Case, Whitout a Trace, Life, Dexter e, agora mais recentemente, uma nova produção da FOX, LIE TO ME.Uma série bem inteligente e ao mesmo tempo leve. Para quem gosta de "entrar" na mente humana e tem queda por psicologia com certeza vai se apaixonar.
1ª Temporada
A série traz as investigações de uma equipe formada por especialistas em detectar mentiras. As mínimas expressões faciais e gestos são interpretados por esses cientistas do comportamento, que prestam seus serviços para diversas entidades, como o FBI, a polícia, empresas particulares ou mesmo pessoas que estejam dispostas a descobrir a verdade que alguém pode estar escondendo. O grupo é liderado pelo Dr. Cal Lightman, um cientista que dedicou toda a sua vida ao estudo do comportamento humano. Lightman ainda conta com a ajuda da sua parceira e psicóloga Dra. Gillian Foster, além do pesquisador Eli Locker e de Ria Torres, uma mulher com o talento natural de interpretar as expressões humanas. Juntos eles formam uma equipe de verdadeiros polígrafos humanos
Personagens Principais
"Tim Roth (Dr. Cal Lightman)
"Kelli Williams (Dr. Gillian Foster)
"Brendan Hines (Eli Loker)
"Monica Raymund (Ria Torres)
Fonte: Wikipedia - google
sábado, 26 de setembro de 2009
TORNEIO XADREZ METRÓPOLE XADREZ CLUBE
Amigos!
Nesse sábado participei, junto com a Jade, minha filha, da 3ª etapa do circuito de xadrez do Metrópole Xadrez Clube em Porto Alegre. O circuito foi composto por 3 etapas pré-classificatórias para a grande final. Infelizmente, em virtude de problemas de saúde não pude participar da 2ª etapa e, essa infelicidade me deixou em 17º, quando só os 16 primeiros classificavam! Vamos aprendendo e se divertido... hehehe estou de 1º suplente para o caso de alguma desistência, mas de coração, desejo que todos os colegas possam participar e fazer um grande torneio, como tem sido até o momento. Nesse retorno ao xadrez, no ano de 2009, reencontrei antigos amigos e fiz muitos outros! Isso é gratificante e, o verdadeiro sentido do esporte.Parabéns ao Felipe Menna Barreto e toda equipe de organização do Metrópole. No que depender de minha família, estaremos sempre prestigiando.

Nesse sábado participei, junto com a Jade, minha filha, da 3ª etapa do circuito de xadrez do Metrópole Xadrez Clube em Porto Alegre. O circuito foi composto por 3 etapas pré-classificatórias para a grande final. Infelizmente, em virtude de problemas de saúde não pude participar da 2ª etapa e, essa infelicidade me deixou em 17º, quando só os 16 primeiros classificavam! Vamos aprendendo e se divertido... hehehe estou de 1º suplente para o caso de alguma desistência, mas de coração, desejo que todos os colegas possam participar e fazer um grande torneio, como tem sido até o momento. Nesse retorno ao xadrez, no ano de 2009, reencontrei antigos amigos e fiz muitos outros! Isso é gratificante e, o verdadeiro sentido do esporte.Parabéns ao Felipe Menna Barreto e toda equipe de organização do Metrópole. No que depender de minha família, estaremos sempre prestigiando.

terça-feira, 15 de setembro de 2009
Criminal Minds

Para quem gosta de séries de TV e ainda por cima aprecia lógica, raciocínio e inteligência, vai ai uma bela recomendação: "Criminal Minds". A série é composta por um time de profissionais formados na área de psicologia e, faz a abordagem da cena do crime em cima do perfil psicológico até encontrar o suspeito. Canal 34 da NET AXN 3ª feiras, 20h.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
GENÉRICO OU SIMILAR?
Você sabe a diferença?
Conforme a lei nº 9787 de 10/02/99:
Medicamento Genérico - medicamento similar a um produto de referência ou inovador, que se pretende ser com este intercambiável, geralmente produzido após a expiração ou renúncia da proteção patentária ou de outros direitos de exclusividade, comprovada a sua eficácia, segurança e qualidade, e designado pela DCB ou, na sua ausência, pela DCI;
Medicamento Similar - aquele que contém o mesmo ou os mesmos princípios ativos, apresenta a mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia e indicação terapêutica, preventiva ou diagnóstica, do medicamento de referência registrado no órgão federal responsável pela vigilância sanitária, podendo diferir somente em caracteristicas relativas ao tamanho e forma do produto, prazo de validade, embalagem, rotulagem, excipientes e veículos, devendo sempre ser identificado por nome comercial ou marca;
Medicamento de Referência - produto inovador registrado no órgão federal responsável pela vigilância sanitária e comercializado no País, cuja eficácia, segurança e qualidade foram comprovadas cientificamente junto ao órgão federal competente, por ocasião do registro;
O texto é bem técnico, apesar de simples, e cheio de palavras diferentes para o leigo. Vejamos:
Intercambiável: equivalente terapêutico de um medicamento de referência, comprovados, essencialmente, os mesmos efeitos de eficácia e segurança; ou seja PODE ser trocado com segurança pois são IDÊNTICOS
Bioequivalência - consiste na demonstração de equivalência farmacêutica entre produtos apresentados sob a mesma forma farmacêutica, contendo idêntica composição qualitativa e quantitativa de princípio (s) ativo (s), e que tenham comparável biodisponibilidade, quando estudados sob um mesmo desenho experimental; ou seja, possuem a mesma quantidade de pricípio ativo tanto no produto de referência quanto no genérico.
Biodisponibilidade - indica a velocidade e a extensão de absorção de um princípio ativo em uma forma de dosagem, a partir de sua curva concentração/tempo na circulação sistêmica ou sua excreção na urina." ou seja, agem no mesmo tempo e velocidade no organismo, tanto o de referência quanto o genérico.
Mas por que o Genérico é mais barato?
Enquanto o produto de referência investe em média 10 anos de pesquisa mais propaganda na área médica entre outros, o Genérico não tem esse elevado custo. A molécula já tem assegurada seu espaço no mercado, no rastro do produto de referência.
Vejam um exemplo:
Do Seminário “Universalização de Medicamentos”, do Projeto Brasil.
Pedro Palmeira, Chefe do Departamento de Produtos Químicos e Farmacêuticos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), e responsável pelo Profarma (o programa de estímulo à indústria farmacêutica) sustenta que os dados sobre custos de desenvolvimento de novos medicamentos, divulgados por multinacionais (muitas vezes US$ 1 bilhão) são formas de desestimular a pesquisa em outros países.
Fonte: Ultimo Segundo - coluna Luis Nassif 03/08/06
E mais, conforme informativo da ANVISA (agência nacional de vigilância sanitária) órgão regulador do setor, independente de ser produto de referência, similar ou genérico, TODOS os produtos com registro no órgão e comercializados no país, tem a sua qualidade assegurada!
Sendo asim, porque alguns médicos relutam tanto em aceitar ou mesmo prescrever o genérico?
Existem múltiplos fatores:
1 - A preferência particular do médico - e a isso podemos acrescentar a presença do laboratório no consultório fazendo o seu papel de divulgação e incentivo.
2 - A má fama da qualidade dos similares, mesmo a ANVISA assegurando o contrário (essa má fma vem dos escândalos de produtos de farinha na década de 90)
3 - A essa má fama une-se a falta de ética de "alguns" estabelecimentos farmacêuticos que, ao invés de trocarem o produto de referência pelo Genérico, colocam na mão do cliente o Similar. Isso é inaceitável, pois a própria legislação informa que a receita só pode ser trocada quando por produto Genérico.
Sendo assim, comprar ou não compra o Genérico ou o Similar?
É uma questão de foro íntimo! Sabemos que muitas vezes o fator psicológico é de fundamental importância no tratamento. Assim, se o paciente não se sentir "plenamente" seguro com determinado produto, a sua eficácia é colocada em xeque, meso que ele não seja o responsável pelo fracasso do tratamento. Porque: muitas vezes se prescreve um antibiótico ao qual a bactéria tem resistência àquele determinado princípio ativo (por ex. Amoxicilina) e não, porque o paciente usou produto de referência Amoxil, ou usou o Genérico Amoxicilina.
Um fator é importante ressaltar. SEMPRE que o produto que lhe for oferecido como opção de troca tiver a tarja amarela e a letra G na tarja, ele é RIGOROSAMENTE o mesmo produto com as mesmas especificações e a mesma qualidade, sendo também, a única opção que tem o farmacêutico para intercambiar a receita do médico!
Podemos e devemos fazer uso do Genérico. Ele veio para facilitar a nossa vida e tornar mais leve o acesso à medicação em nosso país. Tanto é, que muitos produtos de referência tem baixado seu preço para não perderem mercado.
Mas qual o melhor laboratório de Genérico?
Todo produto que tiver a tarja amarela e a letra G na tarja É de QUALIDADE, pois fez o teste de bioequivalência e biodisponibilidade, comprovando sua eficiência e eficácia, tendo assegurado a sua QUALIDADE! independente do laboratório que o produziu. Vale informar, que mesmo entre os Genéricos, existem diferenças de preço, isso em virtude do custo de produção de cada fabricante. Portanto, leve sempre o que estiver mais em conta. A QUALIDADE está assegurada!
Conforme a lei nº 9787 de 10/02/99:
Medicamento Genérico - medicamento similar a um produto de referência ou inovador, que se pretende ser com este intercambiável, geralmente produzido após a expiração ou renúncia da proteção patentária ou de outros direitos de exclusividade, comprovada a sua eficácia, segurança e qualidade, e designado pela DCB ou, na sua ausência, pela DCI;
Medicamento Similar - aquele que contém o mesmo ou os mesmos princípios ativos, apresenta a mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia e indicação terapêutica, preventiva ou diagnóstica, do medicamento de referência registrado no órgão federal responsável pela vigilância sanitária, podendo diferir somente em caracteristicas relativas ao tamanho e forma do produto, prazo de validade, embalagem, rotulagem, excipientes e veículos, devendo sempre ser identificado por nome comercial ou marca;
Medicamento de Referência - produto inovador registrado no órgão federal responsável pela vigilância sanitária e comercializado no País, cuja eficácia, segurança e qualidade foram comprovadas cientificamente junto ao órgão federal competente, por ocasião do registro;
O texto é bem técnico, apesar de simples, e cheio de palavras diferentes para o leigo. Vejamos:
Intercambiável: equivalente terapêutico de um medicamento de referência, comprovados, essencialmente, os mesmos efeitos de eficácia e segurança; ou seja PODE ser trocado com segurança pois são IDÊNTICOS
Bioequivalência - consiste na demonstração de equivalência farmacêutica entre produtos apresentados sob a mesma forma farmacêutica, contendo idêntica composição qualitativa e quantitativa de princípio (s) ativo (s), e que tenham comparável biodisponibilidade, quando estudados sob um mesmo desenho experimental; ou seja, possuem a mesma quantidade de pricípio ativo tanto no produto de referência quanto no genérico.
Biodisponibilidade - indica a velocidade e a extensão de absorção de um princípio ativo em uma forma de dosagem, a partir de sua curva concentração/tempo na circulação sistêmica ou sua excreção na urina." ou seja, agem no mesmo tempo e velocidade no organismo, tanto o de referência quanto o genérico.
Mas por que o Genérico é mais barato?
Enquanto o produto de referência investe em média 10 anos de pesquisa mais propaganda na área médica entre outros, o Genérico não tem esse elevado custo. A molécula já tem assegurada seu espaço no mercado, no rastro do produto de referência.
Vejam um exemplo:
Do Seminário “Universalização de Medicamentos”, do Projeto Brasil.
Pedro Palmeira, Chefe do Departamento de Produtos Químicos e Farmacêuticos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), e responsável pelo Profarma (o programa de estímulo à indústria farmacêutica) sustenta que os dados sobre custos de desenvolvimento de novos medicamentos, divulgados por multinacionais (muitas vezes US$ 1 bilhão) são formas de desestimular a pesquisa em outros países.
Fonte: Ultimo Segundo - coluna Luis Nassif 03/08/06
E mais, conforme informativo da ANVISA (agência nacional de vigilância sanitária) órgão regulador do setor, independente de ser produto de referência, similar ou genérico, TODOS os produtos com registro no órgão e comercializados no país, tem a sua qualidade assegurada!
Sendo asim, porque alguns médicos relutam tanto em aceitar ou mesmo prescrever o genérico?
Existem múltiplos fatores:
1 - A preferência particular do médico - e a isso podemos acrescentar a presença do laboratório no consultório fazendo o seu papel de divulgação e incentivo.
2 - A má fama da qualidade dos similares, mesmo a ANVISA assegurando o contrário (essa má fma vem dos escândalos de produtos de farinha na década de 90)
3 - A essa má fama une-se a falta de ética de "alguns" estabelecimentos farmacêuticos que, ao invés de trocarem o produto de referência pelo Genérico, colocam na mão do cliente o Similar. Isso é inaceitável, pois a própria legislação informa que a receita só pode ser trocada quando por produto Genérico.
Sendo assim, comprar ou não compra o Genérico ou o Similar?
É uma questão de foro íntimo! Sabemos que muitas vezes o fator psicológico é de fundamental importância no tratamento. Assim, se o paciente não se sentir "plenamente" seguro com determinado produto, a sua eficácia é colocada em xeque, meso que ele não seja o responsável pelo fracasso do tratamento. Porque: muitas vezes se prescreve um antibiótico ao qual a bactéria tem resistência àquele determinado princípio ativo (por ex. Amoxicilina) e não, porque o paciente usou produto de referência Amoxil, ou usou o Genérico Amoxicilina.
Um fator é importante ressaltar. SEMPRE que o produto que lhe for oferecido como opção de troca tiver a tarja amarela e a letra G na tarja, ele é RIGOROSAMENTE o mesmo produto com as mesmas especificações e a mesma qualidade, sendo também, a única opção que tem o farmacêutico para intercambiar a receita do médico!
Podemos e devemos fazer uso do Genérico. Ele veio para facilitar a nossa vida e tornar mais leve o acesso à medicação em nosso país. Tanto é, que muitos produtos de referência tem baixado seu preço para não perderem mercado.
Mas qual o melhor laboratório de Genérico?
Todo produto que tiver a tarja amarela e a letra G na tarja É de QUALIDADE, pois fez o teste de bioequivalência e biodisponibilidade, comprovando sua eficiência e eficácia, tendo assegurado a sua QUALIDADE! independente do laboratório que o produziu. Vale informar, que mesmo entre os Genéricos, existem diferenças de preço, isso em virtude do custo de produção de cada fabricante. Portanto, leve sempre o que estiver mais em conta. A QUALIDADE está assegurada!
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
CONSUMO DE GENÉRICOS DEVE DOBRAR ATÉ 2011
Os medicamentos genéricos possuem o mesmo princípio ativo do medicamento de referência e preços em media 35% mais acessíveis. Se estivéssemos falando de um bem de consumo, certamente a popularidade dos genéricos seria ainda maior. A falta de conhecimento por parte de uma parcela da população ainda faz com que os genéricos tenham uma parcela de rejeição pelo usuário de medicamentos.A realidade é que se existe o desconhecimento por parte da população e até a falta de crença nos medicamentos genéricos, na prática isto pode representar uma generosa fatia do mercado a ser explorada. Cada vez mais a população vem confiando nos medicamentos genéricos e aprendendo mais sobre estes produtos.
Em 1999, quando o Laboratório Teuto largou na frente como pioneiro na fabricação dos genéricos no mercado nacional, o desconhecimento era muito maior, já que estaria naquele momento nascendo um novo segmento no setor para disputar um consumidor já acostumado com os medicamentos de referência.Com o passar do tempo as pessoas começaram a ter acesso aos genéricos e estão a cada dia aprovando mais e mais sua eficácia através de informação e do uso dos medicamentos em seus tratamentos e essa tendência de crescimento se mostra irreversível.Há 10 anos foi estabelecida a lei que regulamenta os medicamentos genéricos no Brasil. Neste período pode-se dizer que eles vêm dando passos largos para se consolidarem no mercado. De acordo com a Pró–Genéricos, hoje os genéricos representam 18% do mercado farmacêutico e movimentam cerca de 2 US$ bilhões por ano. Segundo Italo Melo, gerente de trademarketing do Laboratório Teuto, esse mercado tem um enorme potencial de crescimento, já que em países com mercados maduros como na Europa os genéricos já representam ate 60% do mercado total de medicamentos.Hoje o Teuto conta com os principais princípios ativos comercializados e é um dos campeões de vendas nas farmácias de todo o país, se estabelecendo como um dos principais players desse mercado. O Laboratório Teuto investe 7% do faturamento em Pesquisa e Desenvolvimento com objetivo de fortalecer ainda mais a linha de genéricos e novas drogas, conta com parcerias com universidades e centros de pesquisa em todo o mundo para oferecer um portifólio atualizado e alinhado com as necessidades do mercado.A estimativa do Laboratório Teuto é que nos próximos anos com a quebra de patentes de produtos com grande volume de vendas esse mercado ganhe musculatura, aumentando substancialmente sua parcela no mercado, alcançando um total de 35% dos medicamentos farmacêuticos em geral. Crescimento que é defendido pela ANVISA. De acordo com Dirceu Raposo, vice–presidente do órgão, é preciso maior divulgação por parte dos próprios laboratórios e que médicos e hospitais orientem os pacientes que qualquer um dos dois medicamentos, o genérico e o de referência podem atender a necessidade do tratamento.Fonte: Portal Fator Brasil
Assinar:
Postagens (Atom)
















