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sábado, 5 de fevereiro de 2011

HIPERTENSÃO E DIABETES - MEDICAÇÃO GRATUITA

Governo anuncia remédios gratuitos para hipertensão e diabetes )

A presidente da República, Dilma Rousseff, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciaram nesta quinta-feira (3) que, a partir do próximo dia 14, serão gratuitos os medicamentos para diabetes e hipertensão oferecidos pelo programa Aqui Tem Farmácia Popular. Para se adquirir o medicamento gratuito pelo programa, é necessária a apresentação de receita médica.

Desde 2004, o programa Farmácia Popular oferece descontos de até 90% para 108 tipos de medicamentos. A diferença é que, a partir do dia 14, os medicamentos para diabetes e hipertensão do programa passam a ser gratuitos (confira aqui a lista de todos os medicamentos do programa Farmácia Popular; o arquivo está em formato pdf).

Segundo o Ministério da Saúde, para se ter acesso aos remédios gratuitos, é preciso apresentar, em uma farmácia conveniada, o CPF, um documento com foto e a receita médica, seja de médico da rede pública, seja de médico particular.

Não há, de acordo com o ministério, uma lista específica de medicamentos que podem ser retirados de graça nas farmácias. O paciente precisa verificar se a drogaria fornece o remédio prescrito pelo médico. O atendimento dependerá da disponibilidade do medicamento na farmácia.

De acordo com dados do governo, cerca de 33 milhões de pessoas no Brasil sofrem de hipertensão e outras 7,5 milhões, de diabetes.

Fraldas geriátricas

O Ministério da Saúde informou ainda que fraldas geriátricas também foram incluídas no programa Farmácia Popular, mas não serão gratuitas.

De acordo com o ministério, para a aquisição de fraldas geriátricas pelo programa, será necessária a apresentação de um laudo ou atestado médico que indique o tipo de fralda que o paciente necessita.

No site do ministério, está disponível uma lista de 36 modelos de fraldas geriátricas incluídas no programa Farmácia Popular (leia aqui; o arquivo está em formato pdf).

Promessa de campanha

A gratuidade de medicamentos foi uma das promessas de campanha de Dilma durante a campanha eleitoral. Em seu primeiro evento público no Palácio do Planalto após a posse, em 1º de janeiro, a presidente afirmou que inaugurar a gratuidade de medicamentos seria uma das expressões de seu compromisso em erradicar a pobreza.

“Não há diferença entre ricos e pobres no que se refere àqueles que precisam do medicamento. Vamos concentrar nosso esforço para impedir que o ônus da diferença da renda coloque em risco os portadores de doenças para as quais a medicina já tem tratamento.Talvez seja na saúde que a diferença de renda tenha a expressão mais perversa”, disse a presidente.

A presidente lembrou o compromisso assumido na campanha e afirmou que o anúncio da oferta gratuita de medicamentos para hipertensão e diabetes foi um “bom começo” para o seu governo.

“Eu tenho a satisfação de honrar esse compromisso que assumi. Essas duas doenças prejudicam cada vez mais a saúde de homens e mulheres em nosso país. Por isso, durante a campanha e neste primeiro mês de governo, decidi que é dever do estado proporcionar a todos o acesso a medicamentos”, declarou Dilma.

Ela fez ainda um balanço do primeiro mês de governo. “Acho que o primeiro mês foi de muito trabalho e acredito que é um indicativo da quantidade de trabalho que tenho nos próximos [meses]”.

O programa

Atualmente, o governo arca com 90% do custo dos 24 tipos de medicamentos que fazem parte do programa Farmácia Popular. De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, no caso dos medicamentos de hipertensão e diabetes, foi feito um acordo para que a indústria farmacêutica reduzisse as margens de lucro, a fim de permitir a gratuidade.

Em todo o Brasil, segundo o governo, 15 mil estabelecimentos fazem parte do programa de farmácias populares. Por mês, o programa atende 1,3 milhão de pessoas, dos quais cerca de 660 mil hipertensos e 300 mil diabéticos.

O orçamento do programa é de R$ 470 milhões por ano. Além de pacientes com hipertensão e diabetes, o programa oferece remédios para o tratamento de asma, rinite, mal de Parkinson, osteoporose e glaucoma.

Auditoria

No início da cerimônia, o ministro da Saúde afirmou que o governo também está investindo em controle e auditoria do programa para evitar fraudes.

Além disso, disse que um grupo técnico vai acompanhar a implantação da nova fase. O controle dos medicamento fornecidos pelas farmácias populares é feito por meio da receita médica.

Fonte: Portal G1

ASPEN PHARMA EM EXPANSÃO

Aspen Pharma investe para expandir atuação local e global

O grupo sul-africano Aspen Pharma acaba de comprar o laboratório australiano Sigma, por US$ 860 milhões. Segundo o diretor Comercial e de Marketing da Aspen Pharma no Brasil, Alexandre França, o negócio vai viabilizar a projeção de crescimento da companhia no continente asiático. "Com a aquisição, ganhamos força para investir em países emergentes", afirma França.

Ainda de acordo com o executivo, não haverá por enquanto reflexos nos negócios da empresa no Brasil com a nova aquisição. Para França, com a maturação da aquisição do Sigma, existe a oportunidade, no médio prazo, de importar medicamentos fabricados na Austrália para o País.

Presente no mercado há 98 anos, a australiana Sigma não está presente no Brasil. A empresa conta em portfólio com produtos de marca, genéricos e OTC (sigla em inglês para medicamentos fora do balcão).

A Aspen Pharma informa que 70% dos seus produtos correspondem a medicamentos similares e 20% fitoterápicos e está no Brasil desde o ano passado, com uma unidade fabril em Serra (ES). Esta unidade deve receber aporte de US$ 15 milhões para expandir em 40% sua capacidade no País, modernizar produção e ampliar a área de estocagem, que recebe 30% dos produtos comercializados aqui, no Brasil, oriundos da Índia e de países da África.

O investimento está programado para acontecer até 2012. Já as obras da planta começarão em março. "O Brasil é nossa prioridade, pois 12% das nossas receitas estão na América Latina. Nosso objetivo é aumentar esse percentual" , afirma França. Segundo ele, o ano fiscal da empresa, que fecha no próximo mês de junho, mostrará bons resultados provenientes do Brasil. "Vamos dobrar de tamanho já neste primeiro ano de atuação", diz o executivo.

A companhia, que tem ações negociadas na Bolsa de Valores de Johannesburgo, apresenta crescimento de 15% a 18% nos últimos 10 anos globalmente. Possui 14 fábricas em quatro continentes e está presente em mais de 100 países, com faturamento de US$ 1,1 bilhão.

França destaca que a farmacêutica pretende ampliar sua produção de medicamentos fitoterápicos e não tem r interesse em ingressar no segmento de genéricos no País, apontado por especialistas como o pilar de crescimento da indústria farmacêutica brasileira. Faz parte dos projetos da multinacional comercializar, até o fim deste ano, oito medicamentos.

AQUISIÇÃO

A Aspen Pharma revela que está em fase de negociação para comprar uma empresa no Brasil. "Não posso adiantar mais detalhes sobre o negócio, mas creio que ainda este ano teremos novidades", conta França. Segundo ele, o principal entrave para crescer no Brasil são os custos, o que engloba os impostos "altíssimos". "A regra do jogo muda muito, isso dificulta planejamento de longo prazo" afirma ele.

No Brasil, a Aspen Pharma trabalha com produtos hospitalares, de prescrição, OTC e biotecnológicos. As principais marcas são Aspen Pharma são: Aldomet, Ziloric, Digoxina, Imuran, Insunorm e Estafan C, entre outros.

Fontes: DCI e Amor.A Comunicação

DIOVAN GENÉRICO

Finalmente no mercado o genérico do Diovan!

Valsartana da EMS já está no mercado com preço 50% inferior ao do Diovan

A EMS iniciou o ano comercializando mais um produto de alto valor agregado e importante para a população. No dia 27 de dezembro, a empresa obteve, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o registro que lhe permite produzir e vender a Valsartana, medicamento voltado ao tratamento de pacientes com hipertensão. O laboratório foi o primeiro a chegar às drogarias com o produto e, até o momento, já comercializou mais de 29 mil unidades.

Os pacientes que utilizam a Valsartana estão comprando a versão genérica da EMS por uma média de R$ 35,00 a caixa com 30 comprimidos na concentração de 160mg. Já a embalagem do produto de referência (Diovan, da Novartis), com 28 unidades, é vendida por R$ 64,70, cerca do dobro do valor do medicamento oferecido pela EMS. A empresa também está trabalhando para colocar no mercado o similar de marca, que se chama Brasart e será vendido pela mesma média de preço do genérico.

De acordo com o vice-presidente de Marketing da EMS, Waldir Eschberger Jr., foram 2 anos e 10 meses de pesquisas e investimentos de aproximadamente R$ 22 milhões para colocar o produto no mercado. "Sair à frente mais uma vez com um lançamento tão importante como este nos proporciona vantagens para buscarmos a liderança na comercialização desse medicamento", revela o executivo. O mercado da Valsartana no Brasil é de R$ 125 milhões, segundo a IMS Health, tendo registrado um crescimento de 10,2% em faturamento no ano passado.

Fonte: Barcelona Soluções Corporativas

NESTLÉ COMPRA FARMACÊUTICA

Nestlé compra indústria farmacêutica de olho no mercado de alimentos medicinais

A Nestlé S.A. adquiriu uma empresa farmacêutica novata do Reino Unido que está criando uma goma de mascar para ajudar pacientes com doença nos rins, a primeira iniciativa do esforço mais recente da empresa para formar uma divisão que venderá produtos alimentícios voltados para doenças específicas. A aquisição da CM&D Pharma Ltd. pela Nestlé é provavelmente a primeira de muitas para a Nestlé Health Science SA, uma subsidiária que abriu as portas no mês passado. A Nestlé confirmou a compra, mas não revelou o valor pago.

A Nestlé anunciou em setembro que ia criar a subsidiária e investir 500 milhões de francos suíços (US$ 530 milhões) em dez anos em um instituto de pesquisa a ela associado. A meta é dar um salto significativo num setor em que a Nestlé tenta penetrar desde pelo menos desde o fim dos anos 80.

Empresas de produtos alimentícios - principalmente a Nestlé e a Groupe Danone SA - têm feito um esforço para assumir uma liderança na fabricação de produtos voltados para doenças como o Mal de Alzheimer ou a diabetes. Embora a área seja considerada promissora, tanto do ponto de vista médico como de negócio, ela também gerou críticas do governo americano e de alguns setores da comunidade médica por fazer propagandas exageradas dos benefícios à saúde de seus produtos.

Agora, a Nestlé espera fazer a coisa direito, operando a empresa de alimentos medicinais como uma empresa à parte e injetando nela bastante investimento e pessoal. A empresa espera acertar os ponteiros com a operação da unidade de alimentos medicinais como uma empresa separada, armada com investimento e talentos suficientes. "Isso tem um potencial enorme. Vai ser na casa dos muitos bilhões", disse em dezembro o diretor-presidente da Nestlé, Paul Bulcke.

LANÇAMENTOS

A CM&D foi criada em 2007 por um ex-executivo da Sinclair Pharma PLC, Danilo Massari. Embora a empresa ainda não tenha feito o lançamento integral de seu primeiro produto, ela tem vários produtos alimentícios medicinais em testes, disse o diretor-presidente da CM&D, Stephen Appelbee.

Um desses produtos é o Fostrap, uma goma de mascar para pessoas que têm níveis muito altos de fosfato no sangue devido a uma falha dos rins. O fosfato na saliva cola na goma. Não há remédios na goma, e sim um nutriente. Como não é uma droga, não será necessário ter receita.

Appelbee disse que o Fostrap deve ser lançado nos Estados Unidos dentro de um ano. Embora não exija aprovação da vigilância sanitária, já que não é um remédio, a goma vai concorrer com farmacêuticos tradicionais, e para propósitos de marketing a empresa quer ter comprovação clínica de que ele funciona. Entre outros produtos que estão sendo testados pela CM&D estão o Eviendep, uma mistura nutriente que desacelera a progressão de pólipos intestinais, e o Recoclix, um alimento medicinal para aliviar a dor resultante do Mal de Crohn e outras doenças inflamatórias do intestino.

Até agora, boa parte da Nestlé Health Science é formada pela empresa de nutrição medicinal que a Nestlé adquiriu da Novartis AG por US$ 2,5 bilhões em 2007. É essa divisão que comercializa vitaminas energéticas da marca Boost. A Nestlé já era investidora da CM&D por meio da Inventages Venture Capital Investments antes de comprá-la.

Alguns analistas do setor veem os produtos direcionados para saúde como a próxima fronteira da indústria alimentícia, particularmente em mercados maduros como os EUA e o Reino Unido, que têm populações em envelhecimento e custos médicos em alta. "É uma grande oportunidade", diz Andrew Wood, analista sênior da Sanford C. Bernstein & Co, que disse que, mais adiante, os consumidores vão comprar alimentos tanto por suas propriedades medicinais e farmacêuticas quanto pelo sabor.

Fonte: Valor Econômico

EMS TERÁ NOVA FÁBRICA EM BRASÍLIA

EMS terá fábrica para produção de antibióticos e hormônios em Brasília

O Governo do Distrito Federal (GDF) anunciou acordo no valor de R$ 150 milhões com a EMS Pharma, gigante farmacêutica. Segundo o GDF, o investimento da empresa é para montar uma filial da fábrica, com foco na produção de antibióticos e hormônios para exportação. No país, há outras duas sedes do laboratório, nas cidades de São Bernardo do Campo e de Hortolândia, em São Paulo.

A expectativa é de que a construção da sede em Brasília seja no Polo de Desenvolvimento Juscelino Kubitschek, embora o anúncio formal ainda não tenha sido feito. O local é o mesmo da União Química, também fabricante de medicamentos.

A EMS Pharma não confirmou oficialmente o investimento. De acordo com a empresa, o projeto ainda está em fase embrionária.

O GDF espera que a instalação da empresa crie 300 empregos diretos e 500 indiretos. Para o secretário de Ciência e Tecnologia, Gastão Ramos, que esteve reunido com representantes da EMS Pharma nesta semana, os benefícios da vinda desta indústria vão além da criação de empregos. “Há um profundo envolvimento dos laboratórios com a área de pesquisas. Portanto, podemos esperar novos investimentos no setor, nas escolas e nas universidades. Além disso, um percentual do faturamento será aplicado em projetos de capacitação de pessoas, no desenvolvimento e na inovação”, acredita.

Em nota, o governador Agnelo Queiroz atribuiu a vinda da fábrica ao aumento de credibilidade trazido pela própria gestão. “As empresas vão saber que aqui não serão mantidas aquelas velhas práticas que abalaram a nossa capital. Aqui, será um local bom para se investir, o que gerará benefícios para a nossa economia local.” Os incentivos oferecidos para que a nova empresa se instale na capital não foram divulgados pelo GDF.

CONCORRÊNCIA

Localizada a 160km de Brasília, Anápolis (GO) abriga o maior polo farmoquímico do Brasil. Na região foi criado um Distrito Agroindustrial na década de 70. Os investimentos em infraestrutura e a política de incentivo fiscal motivaram empresas de outros setores a levarem suas fábricas para a região. Hoje, os terrenos são subsidiados e uma fábrica que ocupe 300 mil m² paga apenas um quinto do valor pelo terreno.

A maioria das taxas municipais também é suspensa por até 5 anos. Além disso, o ICMS cobrado é de apenas 30% do total. Existem nesse distrito mais de 100 empresas que não trabalham apenas com fármacos. Há produção de barcos, fraldas descartáveis, ração animal, embalagens, entre outros.

O secretário de Desenvolvimento Econômico do município, Mozar Soares Filho, conta que há duas rodovias federais e duas linhas férreas para escoar a produção, além de um porto seco. “Nós já sofremos com falta de área para instalação de novas fábricas no distrito. Temos interesse em ampliá-lo. Além disso, estamos aguardando melhorias para o aeroporto de Anápolis, assim daremos vazão ao que é produzido aqui.”

Segundo ele, a instalação das empresas na região criou 12 mil empregos diretos, ampliou o mercado de alimentação, refrigeração e a construção civil. “Nós hoje somos uma ameaça para outros estados e é por isso que se reclama tanto sobre os incentivos que damos às empresas”, diz.

Fonte: Correio Braziliense

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

PROTESTO CONTRA A BRASTEMP - Não é uma Brastemp

MAU ATENDIMENTO CLIENTE E REDES SOCIAIS

Esse vídeo é um marco revolucionário na forma de se reclamar e, principalmente, em uma forma de se chamar atençao às empresas para se articularem e agilizarem na solução de problemas.

http://www.youtube.com/watch?v=qPt1E_3g7ac&feature=player_embedded