Só Templates

Créditos



Layout by



sábado, 13 de fevereiro de 2010

Equipe engajada também dá lucro à empresa

Você sabe quanto custa manter uma equipe de trabalho desmotivada? Segundo pesquisa do Instituto Gallup sobre a falta de engajamento da força de trabalho, funcionários desmotivados e pouco comprometidos com a empresa em que trabalha custam ao Brasil cerca de US$ 39 bilhões por ano, o equivalente a 4% do PIB.


Se olharmos de forma mais ampla, veremos que a crise abala a todos os países e que essa perda na França representa 5,8%; na Alemanha, 4,2%; no Reino Unido, 2,9% e nos EUA, 2,0%. Para todos eles, funcionário desmotivado é sinônimo de baixa produtividade e resultados insatisfatórios.


Os males de uma relação abalada entre funcionários e empresa podem gerar fofoca, desgosto pelo trabalho, indisciplina, falta de capacidade para execução, paralisia para adquirir conhecimento e falta de foco para o lucro. O colaborador desmotivado contribui para que toda uma equipe se desmotive, o que afeta diretamente os resultados da empresa.

Pesquisas apontam para um dado importante: funcionários desmotivados utilizam apenas 8% de sua capacidade produtiva, enquanto funcionários motivados apresentam 60% de produtividade.

As farmácias e drogarias têm elaborado projetos de reforma, investido em tecnologia e equipamentos, marketing etc, visando alcançar maior faturamento e lucratividade, mas esquecem-se do que é mais importante: o capital humano.

Aí é que cometem um grande erro. Pense nisso e ponha em prática as formas dinâmicas de aproximação e envolvimento dos colaboradores. Tem dúvidas de como proceder? É só mandar suas perguntas para nós, que estamos prontos para lhe ajudar.


VALE LEMBRAR QUE:

• É hora de valorizar o seu maior patrimônio - os colaboradores.

• As corporações que ganharam prêmios de qualidade e de lucratividade na última década têm duas coisas em comum: todas investiram na satisfação de seus empregados e contam com o empenho e a motivação de mais de 70% de seu quadro de funcionários.


• É preciso investir em qualidade de trabalho para seus funcionários. Isso não é uma questão de luxo, e sim de necessidade. Já foi comprovado que um ambiente profissional desagradável provoca perdas em produtividade e, consequentemente, em faturamento para a drogaria. Quanto menor o desgaste no ambiente de trabalho, melhor para o empregado e também para a empresa.


• Se uma empresa investe em programas de qualidade de vida, as perdas de produtividade e absenteísmo são drasticamente reduzidas, gerando lucro e retorno de investimento.

• Ao contrário do que possa parecer, não há necessidade de grandes alterações para tornar a empresa um local agradável aos funcionários.


• Às vezes, uma simples correção na postura das chefias já traz resultados bastante positivos.

Silvia Osso -  palestrante e consultora especializada em treinamento, desenvolvimento e marketing de varejo; é autora do livro Atender Bem dá Lucro e do dvd Etiqueta Empresarial.

Fonte: Guia da Farmácia

Cuidados para não comprar preservativos falsificados

Como já é tradiciobnal nos dias que antecedem o Carnaval o INBRAVISA - Instituto Brasileiro de Auditoria em Vigilância Sanitária faz um alerta para que as pessoas evitem adquirir preservativos falsificados.

Nesta época do ano existe um aumento da procura por preservativos , e é comum a venda destes produtos em camelos e ambulantes.


"Nunca compre preservativos de camelôs e ambulantes, pois certamente você terá grande possibilidade de adquirir um produto falso: prefira sempre as farmácias e as redes de supermercados" , explica Rui Dammenhain, sanitarista e especialista em vigilância sanitária.

O especialista recomenda para as pessoas que forem viajar, que comprem os preservativos em local conhecido.


Os produtos falsificados não passam por testes de qualidade exigidos pela ANVISA e podem ser romper com maior facilidade expondo a pessoa as doenças sexualmente transmissiveis (DST)e a gravidez indesejada.

Fonte:Maxpress

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

CFM proíbe médicos de dar cupons e vales-desconto

09/02/2010

O CFM (Conselho Federal de Medicina) proibiu médicos de distribuir cupons e vales-desconto aos pacientes para a compra de medicamentos. A decisão será publicada hoje no "Diário Oficial da União".


O preço "camarada" é oferecido hoje principalmente para aquisição de remédios de médio e alto custo. Para o conselho, porém, esse método de fidelização de pacientes e dos médicos a determinadas marcas esbarra no Código de Ética.


De acordo com o texto, obtido pela Folha, "o médico, ao se inserir como peça indispensável para esse tipo de promoção de vendas da indústria farmacêutica, exerce a medicina como comércio, atuando em interação com o laboratório".

As relações duvidosas entre médicos e a indústria farmacêutica vêm sendo combatidas pelo CFM e até pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que recentemente proibiu laboratórios de dar brindes aos médicos.


O objetivo é evitar que "mimos" como reformas de consultórios e patrocínio de viagens turísticas, por exemplo, sejam recompensados pelo médico com a prescrição costumeira de determinada marca de medicamento -às vezes desnecessária.


Essas práticas já são condenadas pelo Código de Ética Médica, que é bastante genérico. Segundo Carlos Vital, vice-presidente do CFM, contudo, às vezes é preciso criar novas normas para não deixar dúvidas.

"Observa-se um aumento desse tipo de procedimento [fornecimento de vale-desconto]. A fidelização de marcas é uma prática de interesse mercadológico", afirma, explicando o motivo da nova resolução.


Pelo texto, o médico fica proibido também de participar desse tipo de promoção de forma indireta, por exemplo, divulgando a existência de determinado programa de bônus.

Preço


A nova regra causa temor em pacientes que hoje utilizam os descontos oferecidos. A jornalista Fabiana Barros conta que sua mãe, Maria Emília de Barros, 64, compra um medicamento para tratamento de Alzheimer por R$ 270 com um vale-desconto dado por seu médico. O produto, cujo princípio ativo é o cloridrato de donepezila, custa R$ 438.


"Espero que o produto fique com um preço médio, pois minha mãe não pode parar de tomar esse remédio. E pagar o preço dele sem desconto vai ser muito difícil", afirma.


Esse desconto de forma exclusiva aos pacientes que recebem o bônus é criticado por Vital. Ele opina que, se é possível oferecer um valor mais baixo a alguns pacientes, ele deveria ser adotado para todos.

Outra crítica feita pelo médico às promoções é o fato de os bônus serem preenchidos pelos pacientes com seus dados. De posse deles, o laboratório sabe os dados do paciente, sua doença, a prescrição que lhe foi dada e qual o médico. É uma forma de conhecer o mercado e até montar estratégias com base nesse tipo de informação.


Ainda de acordo com Vital, o novo Código de Ética Médica, a ser publicado nesse ano (em substituição ao atual, de 1988), também trata de forma genérica a questão da interação entre médicos e laboratórios. Ele não trará proibição específica sobre recebimento de brindes, mas vetará a obtenção de vantagens financeiras pela comercialização de medicamentos.

Laboratórios


A Folha procurou ontem o Sindusfarma, entidade que representa os laboratórios no Estado de São Paulo, que preferiu não comentar o tema. A Febrafarma, que até o ano passado representava a indústria farmacêutica, já não existe.

Fonte: Folha de S. Paulo

Beijo: o que pega e o que não pega

Gripe suína, AIDS, herpes. Você sabe qual não se transmite beijando?


No beijo duas pessoas trocam, em média, 250 bactérias


“Eu quero mais é beijar na boca.” O refrão da música da baiana Claudia Leitte virou hino dos carnavalescos que pretendem aproveitar o carnaval de maneira intensa.


Antes de sair por aí distribuindo beijos, no entanto, é bom saber que, ao contrário do que se pensa, esse não é um carinho assim tão livre de consequências.

Beijar é muito bom, movimenta 29 músculos e queima aproximadamente 12 calorias. Mas, em apenas um beijo, duas pessoas trocam, em média, 250 bactérias e podem transmitir ou contrair doenças perigosas como a gripe H1N1, a conhecida gripe suína. Além disso, a combinação de vários dias sem descanso adequado, debaixo de sol intenso, sem hidratação e alimentação equilibradas diminui a imunidade do corpo e a pessoa fica mais suscetível a doenças.

O Delas conversou com especialistas de diversas áreas para saber o que pega e o que não pega pelo beijo. Os médicos são unânimes em afirmar que proteção e bom senso são fundamentais nesse período.

PEGA

Gripe suína


Não é porque os casos de H1N1 estão menos frequentes que a doença desapareceu. O vírus da gripe mais temida em 2009 ainda está por aí, fazendo novos casos. E se a transmissão pode ocorrer por meio de um espirro, imagine do que um beijo não é capaz. De acordo com os médicos, o beijo é uma maneira extremamente eficaz de contaminação. Os sintomas da doença são semelhantes aos de uma gripe comum, com febre, tosse, coriza e dores de cabeça e no corpo. Portanto, o ideal é ficar atento. A Secretaria de Saúde do Paraná, por exemplo, em seu último boletim informativo, recomenda que, mesmo no verão, a população siga medidas como a higienização das mãos com água e sabão ou álcool em gel, além de evitar tocar com as mãos nos olhos, bocas e o nariz sem os devidos cuidados de limpeza.

Meningite


De acordo com um estudo realizado por médicos australianos, beijar na boca de múltiplos parceiros aumenta em quatro vezes a chance de pegar meningite meningocócica. A definição de “múltiplos” para os pesquisadores é de sete pessoas em duas semanas. A conta parece até pequena para quem observa a “pegação” do carnaval de Salvador. A transmissão da meningite preocupa os médicos, já que a doença tem uma evolução rápida e pode ser fatal. Os sintomas mais comuns são febre, dor de cabeça, vômitos, diarréia e rigidez dos músculos da nuca, ombros e costas.

Mononucleose


Não é preciso dizer qual a principal forma de contaminação da chamada “doença do beijo”. Como nem sempre a pessoa sabe que tem o vírus Epstein-Barr, já que a mononucleose pode ser assintomática, ela acaba transmitindo a doença a outras pessoas. Nos casos em que há sintomas, os principais são fadiga, dor de garganta, tosse e inchaço dos gânglios. Vale lembrar que o vírus pode ficar incubado de 30 a 45 dias no organismo e não tem cura – a pessoa vai carregá-lo para o resto da vida.

Herpes


Mesmo que no momento do beijo o parceiro não tenha nenhum indício do problema, ele pode ter o vírus causador da doença e transmiti-lo. Depois do contágio, não há cura e a pessoa passa a conviver com o herpes, que pode se manifestar anos mais tarde, geralmente durante fases em que estiver com a imunidade baixa. O herpes pode aparecer como um machucado na boca ou até mesmo em outras partes do corpo.

Cárie


Se você não dá a devida atenção à higiene bucal, pode pegar – e transmitir – cárie através do beijo. Para evitar pegar a bactéria alheia, capriche na escovação e não abra mão do fio dental diariamente, assim você fortalece a sua imunidade bucal e as bactérias não encontrarão um ambiente propício ao desenvolvimento. Dentistas também recomendam atenção: observe se a pessoa tem todos os dentes ou se eles estão amarelados e/ou escurecidos. Se uma das repostas for sim, faça a fila andar e chame o próximo.

Sífilis


A sífilis pode ser transmitida pelo beijo, se a outra pessoa estiver contaminada e tiver alguma ferida na boca. A forma mais comum de contágio, no entanto, é a sexual. A doença é causada por uma bactéria chamada treponema pallidum e pode aparecer em diferentes partes do corpo e levar até uma semana após o contágio para aparecer.

NÃO PEGA

Aids


Não existe nenhum caso registrado na literatura médica de contágio pelo beijo. Suor, lágrimas, usar o mesmo sabonete, talher ou copo também não transmitem aids. No entanto, não deixe de usar camisinha se decidir ir além dos beijos e carícias. Não se esqueça que existem mais de 474 mil pessoas contaminadas pelo vírus no País, segundo Ministério da Saúde.

Hepatite C


As associações médicas internacionais não consideram o beijo como uma forma de transmissão da doença, assim como o Ministério da Saúde do País. É possível pegar hepatite tendo contato com o sangue contaminado ou em relações sexuais sem o uso da camisinha. A hepatite C é causada pelo vírus HCV e, em geral, os sintomas levam até 10 anos para se manifestar. Muitas pessoas descobrem que têm a doença ao realizar um exame de sangue de rotina.

Fontes consultadas: Adriano Silva de Oliveira, presidente da Sociedade Baiana de Infectologia; Amaury Mendes Junior, ginecoChris Bertelli, iG São Paulo


Fonte:http://delas.ig.com.br

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Hypermarcas compra Neo Química e cria 3º maior laboratório brasileiro

A Hypermarcas anuncia que finalizou acordo para aquisição do Laboratório Neo Química, em transação que cria o terceiro maior laboratório de capital brasileiro e o quarto maior em operação no país. A empresa, que já era líder em medicamentos de isentos de prescrição (OTC), promove agora sua entrada no mercado de genéricos e similares com a marca Neo Química.

O negócio está estimado em cerca de R$ 1,3 bilhão. A Hypermarcas pagará R$ 687 milhões, em três parcelas anuais, aos atuais controladores do Neo Química, que também receberão 17,5 milhões de ações ordinárias a serem emitidas. Ao final da transação, os controladores do Neo Química deterão 7,3% do capital total da Hypermarcas e participarão do bloco de controle da empresa.

“Com a aquisição, nossa unidade de negócios Farma terá o mais completo portfólio do mercado, com a divisão DM em medicamentos OTC, divisão Farmasa em medicamentos de prescrição e, por fim, Neo Química em genéricos e similares”, disse o CEO da Hypermarcas, Claudio Bergamo.

Fundado em 1959, o Neo Química foi um dos primeiros laboratórios a obter registro para produzir e comercializar medicamentos genéricos no Brasil. Em 2009, o laboratório inaugurou uma das mais modernas fábricas do país, em Anápolis, Goiás. O faturamento bruto anualizado para 2009 totaliza R$ 380 milhões, com EBITDA (lucro antes de impostos, depreciações e amortizações) de cerca de R$ 95 milhões.

Segundo nota à imprensa, a Hypermarcas é líder em medicamentos OTC e o Neo Química é líder em medicamentos genéricos e similares. Após a aquisição, o setor de Medicamentos deve representar 40% do faturamento total da Hypermarcas. O setor de Beleza e Higiene Pessoal deve responder por outros 40%. Alimentos e Higiene e Limpeza, combinados, devem contribuir com os 20% restantes.

“Completamos cinco aquisições no ano, com valor total de cerca de R$ 2 bilhões, em linha com a estratégia anunciada durante a oferta pública de ações, em julho deste ano”, finaliza Bergamo.

A seguir, principais operações realizadas em 2009:

Distribuição pública de ações (follow-on). Pouco mais de um ano após seu IPO, a Hypermarcas realizou em julho de 2009 nova distribuição pública primária e secundária de ações, com captação bruta de R$ 793,5 milhões.

Expansão em higiene pessoal – Hydrogen. Em setembro, comprou a totalidade dos ativos relacionados ao negócio de cosméticos licenciados sob as marcas Disney e Warner Brothers (associados à marca Hydrogen), para o segmento infanto-juvenil.

Estreia no mercado de descartáveis – Pom Pom. Anunciou a compra, em 1º de outubro, da Pom Pom Produtos Higiênicos Ltda, fabricante de fraldas descartáveis e absorventes, sob as marcas Pom Pom, Bigfral, Piui e Bigmaxi, dentre outras.

Entrada no mercado de preservativos – Jontex e Olla. Em 7 de outubro, a Hypermarcas assinou acordo com a Johnson & Johnson para a aquisição da área de fabricação de preservativos da marca Jontex. No mesmo dia, comprou, junto à Indústria Nacional de Artefatos de Látex S.A. (INAL), as marcas de preservativos Olla, Lovetex, Microtex, dentre outras.

A Hypermarcas informa ainda que é a empresa que possui o portfólio de bens de consumo mais completo do Brasil nos segmentos em que atua – Medicamentos, Beleza e Higiene Pessoal, Higiene e Limpeza e Alimentos. De capital nacional, sua história começou em 2002. Hoje, tem em seu portfólio marcas como Assolan, Monange, Paixão, Risqué, Lucretin, Benegrip, Apracur, Doril, Lisador, Engov, Gelol, Zero-Cal, Pom Pom, Olla, Bozzano e Cenoura & Bronze

sábado, 6 de fevereiro de 2010

STJ nega à Novartis extensão de patente do anti-hipertensivo Diovan

  O Superior Tribunal de Justiça (STJ) recusou o pedido da farmacêutica Novartis para estender, até 2011, o prazo de validade da patente do medicamento para a hipertensão arterial Diovan, cujo princípio ativo é o valsartan. O remédio deverá ter sua patente expirada em fevereiro de 2010 e a decisão, que significa expressiva economia para o país, abre um precedente para outros julgamentos sobre patentes, como a do Viagra, da Pfizer.

  O relator do processo no STJ, o ministro Vasco Della Giustina, entendeu que as patentes pipeline integram uma exceção no ordenamento jurídico brasileiro, e, portanto, não podem ter o seu prazo estendido, mesmo sob o pretenso argumento de que o primeiro depósito fora abandonado.
  O julgamento é significativo pelo fato do STJ ter reformulado o entendimento sobre o tema. Em outra ocasião, o Tribunal da Cidadania julgou caber a pretendida prorrogação de prazo da patente pipeline.
  A polêmica das patentes de medicamentos deve continuar: nos próximos meses, o STJ deve firmar novas decisões, uma vez que as ações nos tribunais regionais estão chegando às instâncias superiores. No processo, a Adjuntoria de Contencioso da Procuradoria-Geral Federal (PGF) e a Procuradoria Federal do INPI contaram com o apoio Secretaria de Ciência e Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE)/MS e da Procuradoria Federal da Fiocruz.

BNDES deve comprar participação na Hypermarcas por R$ 1,5 bilhão

  O Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) negocia a aquisição de uma participação na Hypermarcas por cerca de R$ 1,5 bilhão. O interesse na consolidação do parque farmacêutico nacional tem como objetivo fortalecer a estratégia de compra de ativos da Hypermarcas no setor, além de ampliar sua atuação na área de genéricos.

  Atualmente a companhia ocupa o terceiro lugar entre as farmacêuticas nacionais, com a entrada na área de genéricos e similares a partir da compra do laboratório Neo Química, avaliada em R$ 1,4 bilhão.
Se o negócio for concretizado, será a primeira participação do banco em uma farmacêutica.